Uso da tecnologia pelo consumidor no Food Service

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Passados os anos mais críticos para o crescimento do food service em décadas (2015 e 2016), vivemos um mercado com um grau inédito de complexidade para todo o mercado e, ainda mais, para os operadores, destacando:
• Baixas taxas de crescimento da demanda
• Aumento dos níveis de exigência do consumidor
• Ampliação da segmentação e inovação
• E, não menos importante, impacto cada vez maior da tecnologia nos negócios.
Aqui, vamos abordar esse último aspecto, comentando sobre um recente estudo que realizamos na Food Consulting – Uso da Tecnologia pelo Consumidor no Food Service. Perguntamos a uma importante amostra nacional, de classes A, B e C, sobre diversos aspectos que caracterizam o uso de tecnologias pelo consumidor, em seu consumo no food service.
A primeira pergunta – quais as tecnologias que mais utilizam – demonstrou já de cara uma constatação: o delivery online está absolutamente no topo como a principal tecnologia usada pelo consumidor no Brasil: 78% deles responderam afirmativamente.
Por si só, isso já implica na necessidade de os empresários de toda a cadeia considerarem fortemente não apenas a adoção, mas o aprimoramento de suas estratégias relativas ao delivery online.
Logo atrás, e reforçando um ponto que temos exercitado com empresários de todo o país, vem o Wi-Fi: nada menos do que 59% dos consumidores valorizam essa ferramenta como uma das mais importantes em seu consumo no food service. Mesmo na classe A, caracterizada por consumidores com planos mais generosos de dados, o Wi-Fi é usado regularmente quando frequentam um estabelecimento nesse mercado. O que permite afirmarmos que a disponibilidade do Wi-Fi é cada vez mais fator de decisão ou de exclusão para a escolha de onde comer e beber, pelo consumidor.Em seguida, com algumas surpresas, temos importantes incidências de uso de tecnologias como cupons online de descontos, pagamento por celular e programas de fidelidade (entre 31 e 40% do total de respondentes).
Terminando esses breves comentários: o próprio autoatendimento, hoje fortemente aplicado pelas redes de fast-food e algumas de fast casual, já é mencionado como utilizado por quase 28% dos consumidores, o que representa um forte crescimento, a partir de uma base quase zero há poucos anos.
O que consideramos importante neste estudo é perceber que não há mais a possibilidade de os empresários do food service se manterem alheios à aplicação da tecnologia na experiência e no relacionamento com seus consumidores, em que pese não haver resposta única para a definição do mix a ser utilizado.

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