Um “não” aos riscos

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Com o crescimento do consumo de alimentos fora do lar, a preocupação do consumidor com as práticas de segurança das empresas do setor está maior. A necessidade de garantir a saúde dos consumidores e transformadores é grande, o que implica em maiores investimentos. Além disso, a comprovação da utilização cuidadosa de determinados alimentos e ingredientes é exigida legalmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), com o objetivo de dar proteção à população e diminuir os riscos do consumo.

O Guia para Comprovação da Segurança de Alimentos e Ingredientes, disponível no site da instituição, diz que a “avaliação do risco, que deve seguir critérios científicos, é um processo estruturado e sistemático, composto por quatro fases: identificação do perigo, caracterização do perigo, avaliação da exposição e caracterização do risco”. Segundo ele, as informações relevan tes para a análise devem ser fornecidas pelas empresas interessadas. Por isso é tão importante se atentar e não arriscar.

Não é apenas na produção que isso deve acontecer. As empresas devem levar em conta todos os processos de desenvolvimento dos produtos até o bom atendimento do público. Organizações especializadas em segurança alimentar são imprescindíveis para o segmento e vice-versa.

“Clientecentrismo”

Aliar qualidade, tecnologia e respeito ao meio ambiente é uma das preocupações da Volk do Brasil. Segundo o CEO Fabiano Anderson, “o ponto de partida é nossa seleção de origem. Trabalhamos com fornecedores que têm em suas estruturas o cuidado comprovado com estes requisitos. Também buscamos parceiros comerciais com a mesma filosofia e que conseguem comprovar estes princípios”, explica.

Ele destaca dois exemplos: o primeiro, quando a instituição nascia no Brasil e discutia, de maneira precursora, a substituição de partes de metal dos produtos por ligas orgânicas mais precisas, ação que “tem um apelo ambiental incomparável”, conforme o CEO. O outro está relacionado às luvas de nitrila e látex para o uso das indústrias, e, segundo ele, aplicadas amplamente pelos produtores de proteína. “Temos uma tecnologia ambidestra, ou seja, que pode ser utilizada em qualquer uma das duas mãos. O conceito mais importante é: se o usuário danificar uma luva, não é necessário descartar o par e pegar um novo, basta trocar a  unidade danificada e seguir as suas rotinas. Na prática, essa facilidade, desenvolvida por nós, significa menos material a ser descartado”.

Há mais de cinquenta anos no mercado mundial, foram os introdutores dos termômetros de pino Pop Up, que detectam quando a ave ou a carne atingiram o ponto ideal de cozimento, além de ser o indicador de temperatura mais confiável do mundo. Seus produtos são criados levando em consideração o “conceito de contaminação cruzada. Além disso, apoiamos os produtores de proteína animal com a linha de luvas de proteção e com outros equipamentos que os consumidores nem conhecem, mas garantem que chegue qualidade em sua mesa”, enfatiza Fabiano.

Ele conta que a organização “dedica muitos recursos (tempo e financeiro) em pesquisas de campo, para entender novas tendências e saber como elas podem ser aplicadas em solução”, afinal, para Fabiano, o que realmente importa é que os lançamentos façam a diferença no dia a dia do comprador. “Somos uma empresa que cresce e aprende sempre. Estamos entre os quatro maiores players do mercado e nosso objetivo é dobrar o volume das operações em quatro anos. Somos uma multinacional americana e não há dúvidas de que o grupo enxerga muito bem o Brasil por conta dos resultados aqui alcançados”, completa.

Para isso, a Volk do Brasil aplica diariamente o que chama de clientecentrismo. Ele explica: “esta é a razão da nossa existência. Como disseminamos esse valor para que o cliente sinta? Primeiro, trabalhamos estritamente sobre uma prática empresarial alicerçada na ética. Segundo, tratamos bem nossos colaboradores, respeitando, reconhecendo os esforços e criando um ambiente saudável de trabalho. Por último, mas não menos importante, oferecemos soluções, não apenas produtos”

Conforme o CEO, o food service representa oportunidades, pois ele está se profissionalizando rapidamente. “Diante do cenário, estamos falando, com certeza, de um segmento vitorioso, construído por pessoas vitoriosas. Vejo muitas chances de introdução de práticas de trabalho, produtos e tecnologias amplamente utilizadas na Europa e nos Estados Unidos. Esse é o novo salto para o setor aqui no país. Melhorar nosso padrão atual deve ser a principal motivação. A Volk do Brasil acorda todos os dias com este propósito”, finaliza.

Criatividade

O food service representa grande parte do mercado de muitas empresas voltadas à segurança alimentar. Na Lagrotta Azurra, por exemplo, o setor alcança 30% das vendas diretas para os distribuidores. Esse número cresce, segundo Juliana Moura, gerente nacional de vendas da empresa, principalmente porque o consumidor se mostra cada vez mais consciente e exige estar livre dos riscos.

“Quanto mais seguro, maior a confiança do consumidor. Se o cliente vê que a instituição faz o uso correto dos materiais para esse fim, consequentemente sua credibilidade aumenta”, explica Juliana. Os principais materiais direcionados ao food service, segundo ela, são os descartáveis “como luvas, máscaras e toucas, além dos aventais e uniformes”.

Presente no mercado há mais de vinte anos, a Lagrotta Azurra é o exemplo de empresa que está de olho no cenário, para não perder chances. “Estamos sempre atentos às oportunidades e aos diferenciais para os nossos clientes. Oferecemos diversidade de descartáveis, de EPI que são os Equipamento de Proteção Individual, uniformes e aventais”, conta. Além disso, atende aos públicos consumidores industrial e final e o portfólio inclui 130 produtos diferentes, com 300 variações. Até 2014 serão lançadas novas opções.

“A Linha Brasil de uniformes foi desenvolvida com foco na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016. Ainda criamos a nova Coleção Fashion, que traz glamour ao dia a dia do profissional, e acabamos de trazer uma grande novidade para a linha de luvas nitrílicas: a versão colorida”.

Foco

Para a Talge, outra prática importante é manter o foco. Com essa preocupação, a empresa procura estar atenta à proteção das mãos para o food service. “Nosso tempo está voltado para o aprendizado sobre esse produto, em específico, pois temos como nossa principal preocupação disponibilizar um material de qualidade e preço acessível para os consumidores. Trabalhamos com luvas importadas, destinadas para uso doméstico e industrial”, diz Orlando Santos Ramalho, Gerente Operacional da instituição.

Por se tratar de material descartável, ele conta que é importante não trabalhar com preços muito altos, para que não haja impacto negativo em nenhum momento. A marca está presente em 100% do território nacional e, por ser brasileira, acredita que aqui existem grandes oportunidades de negócios. “Sabemos que nossos produtos são usados intensamente pelo setor, embora não haja dados completos sobre isso. A política da Talge se baseia na comercialização para revendedores e grandes atacadistas, por isso é difícil mensurar”, explica Orlando.

Como o food service já mostrou grande potencial de crescimento, a Talge busca oferecer facilidades, mas sem deixar de pensar na qualidade em todas as frentes. Orlando observa que, hoje, existem empresas que não se preocupam com essas questões, “principalmente com o bom atendimento ao consumidor. Este fator dificulta muito o relacionamento entre as partes e acaba passando uma imagem negativa da instituição. Para nós, o trabalho feito da maneira correta preza a qualidade do começo ao fim. Além disso, estamos tentando disseminar essa ideia, pois todos merecem ser ouvidos. Para finalizar, acho que esse tipo de mudança deve começar na estrutura, por meio de melhorias que caminhem de dentro para fora. Dessa forma, com certeza os resultados serão positivos”.

Volk do Brasil
www.volkdobrasil.com.br
Lagrotta Azurra
www.lagrotta.com.br
Talge
www.talge.com.br

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