Segurança alimentar

Segurança alimentar tem sido pauta de ações e de investimentos

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A Mérieux NutriSciences anuncia as aquisições do Allabor Laboratórios Ltda. (“Allabor”) no Brasil e Labser Laboratorio de Analisis y de Servicios Avanzados Limitada (“Labser”) no Chile. Com essas novas aquisições, a Mérieux NutriSciences expande para o Chile e tem agora 21 laboratórios na América do Sul, fortalecendo sua posição de maior rede privada de laboratórios analíticos no continente.

Fundado em 2006, o laboratório Allabor está localizado em Toledo, no Paraná, e oferece análises de alimentos e ambientais, bem como análises de resíduos. O laboratório emprega cerca de 200 pessoas e oferece serviços em microbiologia de alimentos e físico-química, com uma reconhecida experiência em aves, carne e água.

O laboratório Labser foi fundado em 2001 como parte da Veterquimica, grupo de negócios em alimentos e veterinária, e fornece análises de microbiologia e química para os setores de alimentos, aquicultura, leiteiro, de mariscos, pecuário e agroindústria. O Labser opera um laboratório em Rancagua, na região de O’Higgins, com uma estrutura de 3.000 m², com uma área específica dedicada à determinação de dioxinas, furanos, bem como PCBs, e um segundo laboratório em Puerto Montt, na região dos Lagos.

Philippe Sans, presidente e CEO da Mérieux NutriSciences, comentou: “Estes investimentos vão de encontro à nossa estratégia de expansão em um mercado com elevado potencial de crescimento, e o Chile é definitivamente um deles. Além disso, a adição do Allabor à nossa rede brasileira de laboratórios permitirá à Mérieux NutriSciences expandir sua capacidade especialmente para o crescente mercado de exportação”.

Roberto Arrieta Rex, CEO da Veterquimica, acrescentou: “Estamos orgulhosos de estabelecer esta parceria com uma empresa de renome. Nós compartilhamos valores comuns de excelência e qualidade e eu acredito fortemente que a nossa parceria fará com que o Labser evolua rapidamente no Chile”.

“Esta aquisição permitirá ao Allabor estender os serviços para uma ampla gama de clientes enquanto se beneficia da experiência e do sistema de qualidade valorizado da Mérieux NutriSciences”, disse Walter F. Neto, CEO do Allabor. “A incorporação do Allabor pela Mérieux NutriSciences reforçará a nossa organização para apoiar a indústria brasileira de alimentos com o maior escopo de serviços, a rede de laboratórios mais forte e a mais densa organização logística”, acrescentou o gerente-técnico de laboratório do Allabor, Mauricio F. Macedo.

Ao longo dos próximos meses, o Allabor e o Labser serão transferidos para a rede Mérieux NutriSciences e seus respectivos 200 e 172 funcionários vão juntar-se aos outros 6.000 talentos do grupo. O Chile torna-se o 21º país onde a Mérieux NutriSciences opera no mundo.

Sobre a Mérieux NutriSciences. Parte do Instituto Mérieux, a Mérieux NutriSciences dedica-se a proteger a saúde dos consumidores em todo o mundo, oferecendo uma ampla gama de testes e serviços analíticos em alimentos, meio ambiente, agroquímicos, bens de consumo e fármacos. Para mais informações, acesse www.merieuxnutrisciences.com.br
Sobre o Labser. Fundado em 2001 como parte da Veterquimica, o Labser é um fornecedor líder em análises microbiológicas e químicas para alimentos, aquicultura, pecuária e agroindústria no Chile. http://www.labser.cl

Sobre o Allabor. Fundado em 2006, o laboratório Allabor oferece análises de alimentos e ambientais, bem como análises de resíduos, com uma reconhecida experiência em aves, carne e água. http://allabor.com.br

Padrão

Os países das américas do Sul, Central e do Norte contribuíram, de forma decisiva, para a construção de um novo padrão alimentar mundial, afirmou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, durante a 18ª Reunião Ordinária da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), na cidade de Playa del Carmen, no México.

A ministra lembrou o papel da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no aumento da produtividade nacional e na transferência de experiência para outros países.
Conforme a assessoria do ministério, a ministra também destacou a necessidade de criação de um grupo de trabalho para harmonizar regras sanitárias e fitossanitárias entre os países americanos.

Na reunião dos ministros de Agricultura dos 34 países-membros do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Kátia Abreu disse que quando famílias se reúnem à mesa, em qualquer parte do mundo, têm muito a agradecer aos povos das américas.

“Tomate, batata, feijão, mandioca, algumas das mais saborosas frutas, o milho, todos esses alimentos têm papel central em nossa história, em nossa cultura. Eles estão presentes no dia a dia de bilhões de pessoas em todo o planeta.”

Kátia Abreu acrescentou que a prosperidade da agricultura na América tem contribuído para redução da fome e da extrema pobreza. Os embarques agrícolas do continente somaram US$ 441 bilhões em 2014, representando 39% das exportações mundiais do setor no período.

Representantes de países como Estados Unidos, Costa Rica e México elogiaram a alta produtividade do Brasil e o papel da Embrapa na disseminação de pesquisa e inovação rural.
Dentre os dez maiores países produtores, o Brasil registrou na última década o maior ganho de produtividade, tendo crescido 3,36% em média por ano. “O Brasil se orgulha de ser a nação com a maior e mais tecnológica agricultura tropical do planeta.”

De acordo com a ministra, há 40 anos os agricultores brasileiros produziam 1,4 tonelada por hectare. Hoje, esse número saltou para 4,5 tonelada/hectare, com aumento de 229% na produtividade. Além disso, o Brasil produziu na última safra agrícola mais de 208 milhões de toneladas de grãos, quantidade 331% maior que há quatro décadas.

“Sem saber, fizemos uma poupança verde, porque, se não fosse a Embrapa, se não tivéssemos feito pesquisa, precisaríamos do triplo de terra para produzir essas 208 milhões de toneladas.”

Segundo Kátia Abreu, a Embrapa está à disposição de todos e pode cooperar com a América. “A instituição é um dos maiores orgulhos nacionais, um dos pilares do desenvolvimento agropecuário e agente gerador e disseminador de conhecimento, não só em nosso país, mas também em outros países da América e da África”, concluiu. (Agência Brasil).

Iniciativa

Agência Brasil. O governo federal comprou, em 2015, R$ 567,2 milhões em alimentos produzidos por agricultores familiares por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

O montante ultrapassou o gasto do programa em 2014, R$ 565,6 milhões, mas ainda está abaixo do volume desembolsado por outras iniciativas do governo que destinam recursos para a agricultura familiar, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que repassa cerca de R$ 1,1 bilhão para compra desse tipo de produto.

“A diferença é que, por meio do PAA, o agricultor não somente vende seu produto quando está pronto, mas recebe acompanhamento durante todo o ano através de parceria com a Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] e com as prefeituras”, explicou o secretário de Segurança Alimentar do ministério, Arnoldo de Campos.

Criado em 2003, o programa beneficia atualmente mais de 38 mil famílias, em cerca de 2,3 mil municípios. Elas vendem seus produtos por intermédio da Conab e das prefeituras, por sua vez responsáveis por indicar e acompanhar os projetos atendidos, assim como definir a destinação dos alimentos comprados com os recursos do ministério.

Os alimentos podem ser destinados a abastecer restaurantes populares, hospitais e postos de saúde, ou ser distribuídos a comunidades em situação de insegurança alimentar, por exemplo.

O resultado do PAA em 2015 foi divulgado durante visita da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, a uma cooperativa composta por 250 famílias em Luziânia (GO).

“A agricultura familiar é a grande responsável hoje por botar comida na mesa do povo”, disse a ministra para uma plateia de agricultores locais, ao lado do prefeito Cristóvam Tormim (PSD).

“Essa agricultura não estava forte o suficiente para garantir que essa comida chegasse ao prato do brasileiro, isso mudou, por isso temos muito o que comemorar”, acrescentou a ministra.

Desde o início do ano, um decreto do governo obriga os órgãos federais a adquirirem no mínimo 30% dos alimentos de que precisarem da agricultura familiar, o que deve injetar R$ 1,4 bilhão neste mercado. Para isso, foi criado um mecanismo facilitado de compra, por meio de chamada pública.

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