Restaurantes corporativos crescem na crise

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O atual cenário econômico do Brasil não tem sido motivo para retração de restaurantes de alimentação corporativo. Empresas como LC Restaurantes e Risotolândia viram suas receitas crescerem e esperam aumento para esse ano.

O setor de alimentação corporativa viu sua receita ter retração, com recuo de 7,6% entre 2014 e o início deste ano. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), em 2014 esse setor faturou R$ 18,3 bilhões, mas a previsão é que este ano o faturamento seja de R$16,9 bilhões.

Porém, algumas empresas são ainda mais otimistas, como a LC Restaurantes, que diz ter crescido 10% em 2015 e pretende crescer 20% nesse ano. A empresa possui 250 clientes em seu portfólio e fechou mais 14 novas parcerias.

“As empresas buscam reduzir custos e nos procuram com o intuito de economizar com vale-refeição. Nosso prato hoje, que conta com almoço ou lanche completos, sobremesa e bebida custa para o contratante algo em torno de R$ 8 por pessoa. É um valor quase 50% menor que a média paga por aquelas empresas que oferecem vales”, explica Dâmaris de Luca, diretora de novos negócios e marketing da LC Restaurantes.

Outra empresa que segue a mesma trajetória é a Risotolândia. O grupo do Paraná tem 87 clientes desde o começo do ano e pretende dobrar o número de refeições oferecidas, que é atualmente são 30 mil por dia.

“Nosso planejamento é dobrar este número até o final de 2016, por meio da expansão para outros estados e lançamento de novos serviços. E, para daqui três anos, pretendemos aumentar em 140% o número de atendimentos neste setor”, afirma o diretor superintendente do Grupo Risotolândia, Cláudio de Souza.

Fonte: DCI

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