Os novos líderes no food service

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Os novos líderes no food service

Afinal, o que um bom líder atualmente precisa ser? Quais perfis são buscados? Quais as diferenças desse perfil de líder atual para o de antigamente, de décadas atrás?

Quem são os novos líderes no food service? Afinal, como esses novos gestores, que estão começando agora e nos últimos anos, agem tecnicamente e emocionalmente nas suas funções, como desempenham suas atividades, quais características possuem para liderar e o que mudou no perfil da liderança de antigamente para o perfil do líder dos dias atuais? A Food Service News conversou com empresas do setor para responder a essas e outras perguntas.

Como deve ser um líder?

Os novos líderes no food service
A especialista em estratégia de negócios Priscila Guskuma diz que as empresas buscam pessoas com perfil de gestor que façam a diferença

Especialista em estratégia de negócios, Priscila Guskuma, fundadora do Instituto Guskuma de Treinamentos, explica o que um verdadeiro e eficiente líder precisa ter para assumir um cargo de gestão.

“Primeiramente, eu o chamo de líder do novo mundo. Ele precisa estar apoiado em dois pilares: o primeiro é pessoas. Esse líder precisa gostar e cuidar das pessoas. Sua equipe é seu maior patrimônio e diferencial perante a concorrência. Uma equipe bem treinada e alinhada com os valores da empresa será capaz de proporcionar aos clientes experiências únicas. Muitos líderes ficam buscando solução para atrair mais clientes e se esquecem de cuidar dos clientes que já possuem, e a melhor forma, e mais duradoura de fazer isso, é cuidando de sua equipe. O segundo pilar é estar pautado em resultados. Cada vez mais as empresas aceleram seus crescimentos. Portanto, o gestor precisa entender dos números de sua unidade de negócio e buscar melhora contínua. Para uma empresa que deseja contratar ou desenvolver um líder, eu sempre digo: não olhe apenas para o conhecimento técnico, mais importante que isso são os comportamentos desse líder. Ele precisa ter sede de crescimento e desejo de aprendizado. O mercado está mudando constantemente e os líderes precisam aprender e se adaptarem rapidamente para não ficarem para trás”, explica ela.

Priscila Guskuma enfatiza que as empresas buscam pessoas com perfil de gestor que façam a diferença e não apenas que sigam os processos e façam apenas o que se pede.

O papel da liderança no mundo corporativo atual

Os novos líderes no food service
O headhunter David Braga explica que o papel da liderança tem mudado constantemente à medida que as empresas e a sociedade têm mudado

David Braga, CEO da Prime Talent, empresa que oferece soluções na seleção de profissionais estratégicos, ao longo de sua carreira como headhunter, já avaliou e selecionou mais de 10 mil executivos na América Latina, incluindo no segmento de food service.

O headhunter explica que o papel da liderança tem mudado constantemente à medida que as empresas e a sociedade têm mudado e, com isso, tem exigido, cada vez mais, maestria de quem ocupa essa posição dentro das organizações.

“Os ciclos de planejamento estão se tornando mais curtos; as necessidades dos clientes, mais urgentes; e o perfil dos profissionais gerenciados está ainda mais desafiador. Atualmente, eles têm personalidades distintas, anseios e desejos variados, bem como cobram desafios, exposição, visibilidade e plano de carreira”, afirma.

Quando se fala de liderança, é preciso lembrar que ser líder não significa ter todas as respostas. “Todos temos vulnerabilidades, e não há o menor problema em mostrar isso para as pessoas, mesmo para os liderados”, destaca David Braga.

Planejamento estratégico

Os novos líderes no food service
“Em minha opinião, o líder atual precisar estar sempre aberto às mudanças, ser flexível, saber ouvir e respeitar as diferenças para extrair o máximo da capacidade de seu liderado, ou seja, ter foco em pessoas”, afirma João Ricardo Coleoni, da Bem Brasil

A Bem Brasil Alimentos, primeira e maior fabricante de batatas fritas pré-congeladas do país, conta com duas unidades fabris e com 876 colaboradores. O diretor comercial da empresa, João Ricardo Coleoni, ocupa cargo de liderança há dois anos na companhia.
“Minha principal função é participar do planejamento estratégico, definir as estratégias de vendas para a Bem Brasil, direcionar a equipe de gestores comerciais em busca dos objetivos da empresa, definir política comercial, interligar o comercial às outras áreas da empresa e ouvir nossos principais clientes com visão estratégica voltada para as oportunidades de negócios futuros da companhia”, destaca ele.

Para o diretor comercial, ter visão estratégica, forte relacionamento interpessoal, saber ouvir, comprometimento, humildade e gostar do que faz são características que um gestor precisa ter ao desempenhar suas atribuições.

“Considero-me respeitoso, transparente e sempre aberto para ouvir críticas, sugestões e ideias, sejam elas dos superiores, dos pares ou dos colaboradores. Em minha opinião, o líder atual precisar estar sempre aberto às mudanças, ser flexível, saber ouvir e respeitar as diferenças para extrair o máximo da capacidade de seu liderado, ou seja, ter foco em pessoas”, afirma.

Oportunida de recente de promoção

Os novos líderes no food service
Carolina Nachreiner, da Coca-Cola FEMSA Brasil, diz que gosta muito de transmitir o conhecimento que adquiriu com o tempo de empresa, acompanhar os times de perto para desenvolver ao máximo o potencial de todos

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola do mundo em volume de vendas, conta com mais de 80 mil colaboradores. Carolina Nachreiner é chefe de Planejamento Estratégico da companhia.

“Estou há quase sete anos na FEMSA. Entrei como estagiária em dezembro de 2014 e estou há pouco menos de um mês na função de chefe da área de Planejamento Estratégico, minha última e recente promoção. Antes disso, fui executiva de Planejamento Estratégico por um ano e coordenadora de Marketing de Categorias por um ano e meio”, conta ela.

Na área de Planejamento Estratégico, a chefe dá suporte na construção de frameworks estratégicos da companhia, gestão/acompanhamento de projetos/iniciativas de alto impacto para o negócio, garantindo o cumprimento de prazos e metas de rentabilidade, assim como suporte na gestão do relacionamento com stakeholders e acompanhamento dos fatores críticos do sênior leadership team. Também dá suporte às análises de aquisições e fusões, nos momentos pré e pós-integração.

“Sou formada em administração de empresas e estou cursando pós-graduação em gestão de negócios. Entre os meus conhecimentos adquiridos, estão gestão de projetos, storytelling/comunicação, análise de informações financeiras, liderança e trabalho em equipe”, destaca.

Segundo Carolina Nachreiner, para assumir um cargo de gestão, ter mentalidade de dono é fundamental. Ela explica que em todos os projetos da empresa, assumiu a responsabilidade de conduzi-los com maior foco possível nos resultados e tomando decisões, avaliando riscos e retornos para atingir os objetivos da companhia.

“Esse sentimento é algo que buscamos muito nos líderes da FEMSA, assim como a paixão pelo atendimento dos nossos consumidores e clientes. Independente da área na qual o colaborador está essa característica também é muito importante. Sempre pensamos nossas estratégias avaliando os impactos positivos que queremos gerar para os nossos clientes, isso desde um projeto totalmente interno até, de fato, projetos voltados para os consumidores e clientes”, afirma.

Para Carolina Nachreiner, os líderes atuais são mais flexíveis que os de antigamente. Comunicam-se de maneira mais horizontal com o time, tem uma relação menos hierárquica. “Eu imagino que esse seja o futuro das empresas. Equipes mais horizontais e com uma visão mais holística”, diz.

Sobre o seu futuro na companhia, Carolina Nachreiner afirma: “Gostaria de continuar crescendo na FEMSA, assumir novos projetos e tomar decisões pensando em como ser líder em meio a todas as transformações que estamos vivendo. Liderar projetos relacionados às plataformas digitais ou com foco no consumidor me interessa muito também. Esse crescimento que tive dentro da empresa é muito bacana. Eu acredito que ter essa oportunidade de promoção dentro de uma empresa é muito enriquecedor, porque cria uma trilha de carreira, proporcionando participar de diversos momentos e transformações da companhia”, ressalta.

Na empresa e no cargo há seis meses

Os novos líderes no food service
Otávio de Farias, da Embaré, diz que o mais importante é ser comprometido em inspirar e estar junto ao time

A Embaré, junto com a marca Camponesa, é um dos principais nomes do setor de laticínios do país, ocupando a 4ª posição no ranking de captação de leite. A companhia conta hoje com três fábricas e aproximadamente 1.600 colaboradores.

Otávio de Farias, gerente comercial e de Novos Negócios da Embaré, está na empresa e no cargo assumido há seis meses. Ele tem mais de 25 anos de atuação no mercado de leite e derivados.

“Minha atuação no mercado brasileiro e internacional se deu, principalmente, na área de ingredientes e derivados e commodities de leite. Atividades envolvendo tomadas de posição, originação no Brasil e exterior, vendas institucionais, gestão dos riscos e arbitragem, principalmente no espaço institucional, B2B e projetos de fusões e aquisições no setor de leite”, explica.

O gestor é administrador de empresa, com pós-graduação em economia internacional e em fusões e aquisições, além de cursos específicos de gestão de risco e hedging, futuros, opções e derivativos.

A Embaré acredita que o líder precisa construir um ambiente no qual cada colaborador consiga, por si só, desenvolver sua motivação, seu gerenciamento e ser os autores de seus próprios resultados. Para a companhia, é necessário ter uma visão macro do negócio e do mercado. Aprender rápido e crescer constantemente com as experiências do trabalho, conseguindo empoderar sua equipe para que desempenhe, cada um, suas funções de forma integrada e ao mesmo tempo independente. O mais importante é ser comprometido em inspirar e estar junto ao time, se opondo àquele rótulo de chefe que dá ordens.

Foco no cliente

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Gisa Souza Cruz dos Santos, da Forno de Minas, diz que quer conseguir apoiar na retomada do food service após o período difícil que vivencia o país e fazer com que esse canal cresça em participação e relevância no resultado total da companhia

Gisa Souza Cruz dos Santos, gerente comercial da Regional SP da Forno de Minas, empresa consolidada e líder no varejo de pães de queijo e demais produtos lácteos e com grande relevância no food service, foi contratada pela marca em 2011 como analista de marketing. No ano seguinte, foi promovida para supervisora e dois anos depois para gerente de marketing.

“A empresa acreditou no meu potencial e me deu apoio, inclusive, nos estudos. Após sete anos dentro da área de marketing, recebi uma proposta para gerir a área de operação de food service focada nos canais padaria e grandes cadeias. Além de agregar outras atividades na minha trajetória, a empresa me preparou para um maior entendimento estratégico da organização e me fez mais uma proposta 18 meses depois com um novo desafio: fazer a gestão da filial de SP, a maior filial da empresa. Atualmente, como gerente comercial, minha função é gerenciar a equipe de vendas preparando os colaboradores para ter uma visão de oportunidade, com prestação de serviço de qualidade e principalmente estabelecendo uma relação de win-win (ganha-ganha) com o cliente o apoiando na estratégia do seu negócio, estabelecendo parcerias sólidas e trazendo benefício para ambas as partes”, destaca ela.

Juliana Oliveira, gerente de Recursos Humanos e Gestão Estratégica da Forno de Minas, que participou da promoção de Gisa Santos, ressalta que o foco no cliente é uma competência essencial para o líder que atua no food service. “Ter o cliente no centro das decisões permite a construção de relações sólidas que possibilitam uma entrega orientada para as suas reais necessidades. É fundamental, também, o perfil colaborativo. A habilidade de ouvir, valorizar as ideias de todos da equipe e do cliente e de perceber as oportunidades, ajuda muito na busca de resultados”, afirma.

Jovem, mas experiente

Os novos líderes no food service
Carlos Jr., da Frango no Pote, diz que seu objetivo para os próximos anos é o foco total na empresa, para torná-la líder de mercado, com uma marca forte, uma rede consolidada e franqueados saudáveis

Com apenas 22 anos, Carlos Jr. é CEO da rede de franquias Frango no Pote, presente em 20 estados brasileiros, com 37 lojas abertas e cerca de 650 colaboradores. Em 2015, aos 16 anos, ele já trabalhava na empresa como menor aprendiz. Posteriormente, entrou no curso de gastronomia.

“Eu era o mais novo da minha turma. Durante o período de faculdade, liderei a criação do departamento de Operações da empresa. Aos 18 anos, concluí o curso e fui para os Estados Unidos passar uma temporada de trabalho e em julho de 2018 voltei para assumir a Frango no Pote, como diretor de Operações e, posteriormente, em 2019, fui escolhido pelo conselho da empresa para subir ao cargo de CEO. Carlos Augusto, meu pai e fundador, liderou a empresa até 2019 e hoje é o diretor financeiro da marca”, conta o jovem líder.

Carlos Jr. cita que as características de um gestor são determinação, foco em resultado, gestão transparente, busca por inovações e conhecimento e visão estratégica. Na época em que o jovem foi promovido ao cargo de CEO, o Frango no Pote estava precisando de um profissional que tivesse uma visão estratégica dos negócios com foco no mercado, inovações tecnológicas e na questão da expansão da rede. A empresa avaliou que, por mais jovem que Carlos Jr. fosse, já se destacava por suas ideias e visão mercadológica bem estruturadas.

O objetivo do CEO para os próximos anos é o foco total na empresa, para torná-la líder de mercado, com uma marca forte, uma rede consolidada e franqueados saudáveis. E a médio/longo prazo, transformar a empresa em uma rede internacional.

Amor pela marca e energia

Os novos líderes no food service
Rubia Aparecida da Cruz Lemos de Lima, da Johnny Rockets, diz que quer continuar o seu desenvolvimento constante como líder, através de cursos de especialização direcionados para sua área

Rubia Aparecida da Cruz Lemos de Lima, gerente nacional de Operações, está na Johnny Rockets há quatro anos. A marca é uma cadeia de restaurante americana, especializada em fast-food, no estilo casual dinner, fundada em 1986 em Los Angeles. No Brasil, a rede conta com 31 lojas e aproximadamente 800 colaboradores.

Rubia Lima entrou na Johnny Rockets como gerente geral e em três meses foi promovida para o cargo de Consultora de Operações. Ela hoje comanda um time de três supervisores de operações, 31 gerentes gerais e 93 gerentes assistentes.

“Eu uso minha energia para direcionar o meu time no qual as todas as pessoas estão envolvidas e buscam entender os processos para atingir os resultados. Considero-me ter um perfil de liderança humanizada. As pessoas se sentem valorizadas e motivadas, pois acreditam não serem apenas números, mas, sim, uma peça importante na companhia”, avalia a gestora.

Diante de suas experiências, Rubia Lima quer continuar o seu desenvolvimento constante como líder, através de cursos de especialização direcionados para sua área. “Com o crescimento acelerado da rede Johnny Rockets, o setor de Operações precisará cada vez de pessoas qualificadas para que os planos de carreira possam continuar acontecendo, e quero estar preparada para assumir cargos futuros como, por exemplo, uma Diretoria Operacional”, afirma.

Multiplicando

A Linx conta, no Brasil, com mais de 3.500 colaboradores em 17 escritórios com presença em dez estados. O diretor do segmento de Food Service da empresa, Rodrigo Andrade, está há quase nove anos na companhia.

“Entrei em 2012 como diretor de Ofertas Food Service, em que fui responsável pela estratégia de vendas de software de gestão e PDV para o varejo de Food Service (redes e franquias de restaurantes), além do planejamento da oferta de produto e soluções. No final de 2019, citando agora minha nova gestão, fui promovido para Diretor do Segmento Food Service, cargo atual no qual sou responsável pelo P&L do segmento na Linx incluindo as áreas de P&D, suporte, serviços, comercial, canais e por toda estratégia de soluções de tecnologia para o mercado de restaurantes, lanchonetes, delivery e franquias”, relata.

Rodrigo Andrade destaca a importância do senso de equipe, de ser colaborativo. “No papel de líder, é fundamental fazer com que o time esteja em sintonia com o que você pensa e acredita. Isso só é possível com muito diálogo e troca de informações”, afirma.

O maior aprendizado do diretor é estar próximo aos clientes. “Aqui chamamos de ‘varejar’, ou seja, participamos ativamente no dia a dia dos nossos clientes, visitando os restaurantes, discutindo, juntos, novas ideias, novos produtos e buscando entender os novos hábitos de consumo e o perfil do consumidor. Quero continuar multiplicando à Linx, e estaremos juntos nessa jornada de crescimento e evolução tecnológica”, afirma.

A líder que contrata líderes

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Karina Garófalo, da Mococa, falando da sua experiência de ser promovida, diz que acredita que essa última oportunidade que teve chegou por conta do conhecimento na área de atuação, pelo seu comprometimento e, principalmente, pelo alinhamento com a cultura, valores e princípios da empresa

Karina Garófalo, coordenadora de Recursos Humanos na Mococa, empresa centenária atuante como indústria de alimentos e lácteos, com cerca de 360 colaboradores, após dois anos como analista de RH na organização, teve uma promoção interna e faz três anos que está no cargo de liderança da área. “Sou responsável pela coordenação das áreas de Recursos Humanos e Segurança/Medicina do Trabalho”, conta ela.

Participante ativa no recrutamento de pessoas e na promoção de colaboradores já contratados, Karina Garófalo entende as características de um líder eficiente e produtivo. “Falando da minha experiência de ser promovida, acredito que essa última oportunidade que tive chegou por conta do conhecimento na área de atuação, pelo meu comprometimento e, principalmente, pelo alinhamento com a cultura, valores e princípios da empresa”, afirma.

Como a coordenadora lida há muitos anos com pessoas nas suas carreiras profissionais, abordando sobre líderes de antigamente e dos dias atuais, ela acredita que os perfis vão se adaptando a cada década. “Hoje em dia se fala muito em perfil multidisciplinar, ou seja, um perfil dinâmico com foco em inovação capaz de explorar a aplicação de novas ideias com proatividade. Além disso, os profissionais estão cada vez mais em busca do aprimoramento constante para se exercer da melhor forma”, afirma ela.

Motivação

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Felipe Rizzo, da Uber Eats, diz que os seus planos para os próximos anos são de crescimento e expansão sustentável, tanto do business quanto dos parceiros

No Brasil, a Uber Eats está disponível desde 2016, atualmente em mais de 150 cidades, em todos os estados do país.

Felipe Rizzo, diretor Comercial e de Territórios da Uber Eats, assumiu o seu novo desafio de liderar o time comercial e de operações das principais cidades da Uber Eats no Brasil. Com dois anos na empresa, recentemente, em junho de 2021, Felipe Rizzo teve a oportunidade de ser promovido para o cargo citado, cabendo a ele cuidar da eficiência e da saúde geral da operação nessas cidades, além da parte comercial, supervisionando os times de vendas e gerenciamento de contas.

“Meu estilo de liderança visa motivar as equipes para, juntos, alcançarmos melhores resultados. Tenho histórico em funções comerciais, liderança de times de alta performance, gestão de mudança e visão estratégica de negócios, mesclando conhecimentos de inovação, finanças, marketing e comercial. Além disso, algo que adquiri com minha experiência com comercial e liderando grandes equipes foi a característica de construir confiança e credibilidade com os meus times, e acho que parte disso vem da minha decisão de me mostrar uma pessoa vulnerável, que reconhece suas limitações, sabe quais são minhas fortalezas e trabalha deixando tudo isso muito transparente. Acho que isso acaba gerando relações de longo prazo e fazem com que as parcerias geradas sejam menos transacionais e mais estratégicas, em que todos trabalham pelo benefício mútuo”, afirma.

Os planos de Felipe Rizzo são de crescimento e expansão sustentável, tanto do business quanto dos parceiros. “Alavancando inteligência de dados, a plataforma tecnológica e a escala da Uber pretendemos continuar criando soluções inovadoras para acelerar o crescimento do marketplace e o engajamento dos consumidores. Pessoalmente, minha meta é acelerar a mudança que é esperada aqui dentro da empresa, ajudando o negócio e os times a crescerem, e conseguir eu mesmo crescer também, munido de todo o aprendizado obtido aqui e tudo que eu vou conquistar ao longo desse novo processo”, afirma.

Longa carreira de sucesso e, agora, de liderança

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Arthur Benevides, da M. Dias Branco, diz que quer continuar desenvolvendo os planos estratégicos da companhia, com objetividade na execução e foco no mercado de expansão

A M. Dias Branco, líder nacional nos mercados de massas e biscoitos, gera mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões do país. Arthur Benevides, gerente comercial regional de moinhos da empresa, entrou na companhia em 1999, como estagiário, e ao longo dos 22 anos de carreira, há cerca de quatro anos e meio, é responsável pela estratégia e execução do time comercial e técnico, pautado nos pilares de qualidade dos produtos, relacionamento com clientes e inovação em produtos e serviços como diferenciais competitivos.

Após sua última promoção, com ainda poucos anos no cargo atual, Arthur Benevides é referência e inspiração para o time. Para a empresa, ele representa bem os valores corporativos: pratica a simplicidade nas relações e na busca por soluções práticas; tem atitude para inovar e fazer acontecer; colabora para o crescimento do negócio; respeita as pessoas e faz seu trabalho buscando a excelência.

“Para mim, um líder deve ter, acima de tudo, amor e dedicação àquilo que se propõe. Conduzir um time para um mesmo objetivo, aliando as expectativas e incentivando é fundamental. Os resultados são consequência de toda essa dedicação. Adaptar-se aos novos desafios e se reinventar diariamente se tornam condições primárias para alcançar os objetivos. Para atuar nesse segmento, um líder deve ter conhecimento técnico e entender a aplicação dos produtos, como argumentação de venda para dar o direcionamento correto ao time”, diz o gerente comercial.


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UBER EATS
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