Olímpiadas, perspectivas de vitórias

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Com a chegada das Olimpíadas e das Paraolimpíadas Rio 2016, muitas são também as oportunidades que passam a fazer parte da área de alimentação fora do lar, oferecendo um cenário amplo para aqueles que atuam no setor. Nos últimos meses, a Food Service News mostrou as expectativas dos empresários em relação a esse período, bem como aquilo que eles planejavam fazer para que pudessem contar com lucros ainda maiores em seus negócios. Acompanhamos os bastidores de diversas ações e mostramos as evoluções que foram acontecendo ao longo do tempo. Além disso, mostramos também a visão de diferentes pessoas que trabalham no setor acerca desse evento, bem como o que elas consideravam a respeito do legado dos jogos olímpicos para o país, no que diz respeito a vários assuntos, inclusive à profissionalização. Agora, preparamos um material que mostra mais números que envolvem esse evento, bem como declarações e ações de empresas que são uma realidade positiva para essa época que foi tão sonhada por tantos profissionais e que deve promover uma série de ganhos para muitas organizações.

Um dos patrocinadores olímpicos mundiais, o McDonalds trabalhou de forma intensa para que esse período das Olimpíadas e Paraolimpíadas pudesse ser algo especial não somente para a empresa, mas também para todo o público. David Grinberg, diretor de Comunicação da Arcos Dorados e responsável pelo programa olímpico, destacou que a organização conta com diversas ações e ressaltou uma delas que é algo histórico, que é o fato, de pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos, uma marca participar ativamente da cerimônia de abertura.

Ao todo, 100 crianças, de várias partes do mundo, foram selecionadas pela empresa para que pudessem participar desse momento, que Grinberg chama de singular. Um restaurante, localizado na Vila Olímpica, foi escolhido para atender a imprensa e também os atletas. Além disso, um quiosque de sobremesas no Parque Olímpico marca presença para atender as pessoas que vão aos jogos. “Aliás, este quiosque também entrará para a história, já que será o maior quiosque do McDonald’s no mundo todo, com 200m² de área total e quase sete metros de altura”, ressalta o profissional.

Outro destaque da empresa que foi pensado para esse período é a parceria que foi feita com a Coca-Cola, tendo, somo resultado, uma linha de copos de alimentos que podem ser adquiridos em qualquer loja da empresa em todo o Brasil.

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“O McDonald’s sempre foi um apoiador dos esportes e tem orgulho por ser, desde 1976, patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos, um dos maiores eventos esportivos do mundo”, destaca David Grinberg, diretor de Comunicação da Arcos Dorados

O MCDonalds conta com um vínculo com os jogos olimpícos há mais de 45 anos. “Nossa história começou em 1968 com o envio de sanduíches a atletas norte-americanos nos Jogos de Inverno de Grenoble (França) e, desde então, temos aproveitado cada edição do evento para inovar. Nesse período, aprendemos que os atletas adoram comer nossa comida, que os funcionários de todo o mundo se engajam para trabalhar nas nossas operações olímpicas, que podemos levar o ‘sonho olímpico’ a crianças e famílias de todo o mundo. A cada edição, nos policiamos para sermos mais eficientes e levar os benefícios desse patrocínio aos nossos consumidores e funcionários. Toda essa experiência certamente tem contribuído para realizar o plano Rio 2016 com excelência e sucesso. Além disso, entendemos que cada edição dos Jogos Olímpicos possui uma característica única. É difícil implementar uma formula única que sirva para todos. Diante desse racional, desenvolvemos um plano específico para o Brasil. Os aprendizados de outras edições foram contemplados, é verdade, mas criamos nosso plano levando em consideração as características de nossa operação aqui no Brasil e os detalhes do evento”, contou o profissional.

Para Grinberg, o patrocínio de eventos de grande porte como os jogos olímpicos é, de fato, algo importante. Isso porque traz o alinhamento da marca McDonald’s a valores que apresentam relevância para a imagem da empresa, como “o estilo de vida ativa obtido pela prática esportiva; a pluralidade cultural e a busca pela excelência”, ressalta o diretor de Comunicação da Arcos Dorados. “O McDonald’s sempre foi um apoiador dos esportes e tem orgulho por ser, desde 1976, patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos, um dos maiores eventos esportivos do mundo.”, pontua. Ele também destaca que neste ano de 2016, a empresa proporciona experiências para o público brasileiro que são únicas, usando, para que isso seja uma realidade, a expertise de outras edições na criação de ações que sejama mais relevantes e também mais marcantes. “Também temos o orgulho de novamente alimentar os atletas, membros da imprensa e os espectadores, além de proporcionar a crianças e famílias a experiência única de participar da cerimônia da abertura do evento”, finaliza Grinberg.

Receitas de Ouro

A Bunge, que possui mais de 100 anos de história em terras brasileiras, também pensou em ações que compreendem a presença dos jogos olímpicos no país. Conforme explica Luiz Farias, chef da Academia Bunge e gerente nacional de serviço de atendimento ao cliente Bunge, “os chefs da Academia Bunge desenvolveram um receituário especial que chamamos de “Receitas de Ouro”. São receitas diferenciadas que remetem aos países participantes dos jogos e são feitas para reunir os povos de todo o mundo ao redor da mesa. Estas receitas privilegiam o uso de massa folheada”, destaca ele. Esse material pode ser encontrado em restaurantes, padarias, confeitarias e diversos estabelecimentos que recebem clientes no período que compreende o evento esportivo.

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“Acreditamos que o período pode trazer impactos positivos para o setor produtivo e aumento da demanda gastronômica em todo o Brasil”, pontua Luiz Farias, chef da Academia Bunge e gerente nacional de serviço de atendimento ao cliente Bunge

Conforme o chef ressalta, “a Bunge é um dos maiores e mais respeitados fornecedores de ingredientes para o mercado de refeições fora do lar (Food Service). A iniciativa da Academia Bunge foi pensada para auxiliar nossos clientes a se apropriarem desta data comemorativa. Assim, as receitas valorizam os continentes e podem ser facilmente aplicadas nos estabelecimentos”, diz.

O profissional lembra que a empresa, em outros grandes eventos que aconteceram no Brasil, já promoveu cases de sucesso. Ele cita como exemplo dessa realidade a Copa do Mundo que foi realizada no país no ano de 2014, sendo que esse é o maior evento de futebol do mundo e, agora, é a vez de atuar no maior evento esportivo a nível mundial. “O mercado busca novidades e a Bunge é parceira do transformador”. O profissional cita que uma agenda de treinamentos foi montada para que clientes de todo o país pudessem passar por uma capacitação.

Diante de todo esse cenário, o chef mostra uma visão bastante positiva. “Acreditamos que o período pode trazer impactos positivos para o setor produtivo e aumento da demanda gastronômica em todo o Brasil. Um grande evento no país traz reflexos para diversos setores, principalmente para o turismo e para estabelecimentos comerciais da área de alimentos. Com público visitante em ascensão, a expectativa é que a alimentação fora do
lar se intensifique, e a Bunge e seus clientes estarão preparados parab aproveitar essa oportunidade”, finaliza.

Destaque das olímpiadas

Outra empresa que tem contado com investimentos realizados pensando nas Olimpíadas é a Sadia, marca que pertence à BRF e que é uma das apoiadoras do evento. “O apoio da Sadia aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos é decorrente da identificação da marca com os valores destes grandes eventos esportivos. Acreditamos que o esporte aliado à alimentação equilibrada é uma forma prazerosa de se alcançar uma vida ainda mais saudável”, destaca Érica Migales, gerente de Comunicação da Sadia.

A profissional explicou, ainda, que o objetivo da empresa, com a participação nos Jogos Olímpicos, não é somente trazer mais visibilidade para a marca. “O nosso objetivo não é simplesmente dar visibilidade à marca. Temos um projeto muito mais amplo com essa iniciativa, tanto que inauguramos dez novas Estações Sadia de ginástica e alongamento para a prática de atividades físicas por cadeirantes. Até agora, os já conhecidos mobiliários urbanos da capital fluminense não contavam com um espaço específico para este perfil de público. Projetadas pela Mude – Mobiliários Urbanos Desportivos -, as estações ocupam diversos pontos da cidade, como ao redor do estádio do Maracanã, nos bairros do Leblon, Madureira, Tijuca, Deodoro, entre outros. A ação, inédita no país, tem por objetivo deixar um legado para o Rio de Janeiro e promover um impacto positivo na sociedade ao estimular a integração entre cadeirantes e não-cadeirantes (a Estação possibilita exercícios para ambos) pautada pela prática de exercícios físicos”, relata ela.

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“O nosso objetivo não é simplesmente dar visibilidade à marca. Temos um projeto muito mais amplo com essa iniciativa”, afirma Érica Migales, gerente de Comunicação da Sadia

A gerente de comunicação da Sadia também destacou que grande parte das embalagens do portfólio da marca foram adequadas ao espírito dos jogos, “com a presença da malha Olímpica que remete aos valores destes eventos esportivos. O icônico mascote da marca, Lek Trek, ilustra as embalagens e traz ainda uma medalha em seu peito. Para também ampliar a disseminação da prática esportiva entre os consumidores brasileiros, lançamos uma campanha promocional: “Meu Mascote da Sorte”, já encerrada em 12 de julho”, relatou.
Por fim, Érica explica como foi a dinâmica da campanha promocional. “A dinâmica da promoção era a seguinte: a cada R$ 30 em compras de produtos Sadia, bastava apresentar o cupom fiscal nos pontos de venda e escolher um dos mascotes em estilo bobble head – Lek Trek Esportista Olímpico (Vôlei, Judô, Natação, Ginástica Artística etc) ou Paralímpico (Ciclismo e Atletismo). O mascote, criado na década de 70 e ícone da marca, tornou-se um item colecionável com um propósito ainda maior: mostrar que o esporte é uma alternativa prazerosa para se levar uma vida saudável. O personagem, Lek Trek, nasceu para mostrar a praticidade, conveniência e modernidade de marca, que ainda estão entre os principais pilares da Sadia atualmente. Durante a campanha, ainda era possível participar de sorteios para concorrer a ingressos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – incluindo passagem, hospedagem e alimentação –, além de um kit completo com todos os mascotes Sadia. Para isso, os consumidores precisavam entrar na landing page (www.sadia.com.br/rio2016) e cadastrar o cupom fiscal”, relatou ela.

Diversas contribuições

Não é somente o Rio de Janeiro que deve ganhar com esse período, mas outras partes do país também. Um exemplo disso é o estado de Minas Gerais. “Além de ser o Estado com o maior número de cidades contempladas na rota do revezamento da Tocha Olímpica, Minas Gerais recebe seis jogos de futebol e delegações esportivas de seis países. Sendo assim, o primeiro benefício que o megaevento esportivo pode proporcionar ao Estado relaciona-se à visibilidade. A circulação da imprensa, de turistas nacionais e internacionais, bem como da própria comissão esportiva, demanda produtos e serviços que podem ser atendidos por empresas locais”, destaca Guilherme Almeida, economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), em entrevista realizada por e-mail com a Food Service News.

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“É preciso aproveitar esse momento, em que as atenções do mundo estão voltadas para o Brasil e para o Estado, e promover o que temos de melhor”, frisa Guilherme Almeida, economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG)

O profissional salienta também o fato de o estado já contar com um reconhecimento internacional no que diz respeito à sua riqueza histórica, gastronômica e também cultural. “É preciso aproveitar esse momento, em que as atenções do mundo estão voltadas para o Brasil e para o Estado, e promover o que temos de melhor”, diz ele, destacando, ainda, que vários setores contam com oportunidades como, por exemplo, hotelaria, alimentação fora de casa, entre outros.

E os números mostram como as Olimpíadas podem trazer resultados bastantes positivos para o segmento, garantindo, assim, retornos positivos para os empresários que apostam nesse evento. De acordo com uma pesquisa que foi realizada pela Fecomércio MG, que contou com a participação de empresários da capital mineira, de Uberlândia e também de Juiz de Fora (que recebem delegações) os benefícios devem refletir em vários setores. O aumento do fluxo de turistas deve ser de 40%, o crescimento das vendas deve ser de 32% e a demanda pela prestação de serviços deve ser de 10,7%.

“Sendo assim, a busca por bons desempenhos nas vendas no período levou alguns empresários a anteciparem o desenvolvimento de ações para o evento. O estudo aponta que o investimento em atendimento diferenciado, a oferta de bens e serviços a preços competitivos e a publicidade podem incrementar o desempenho do setor nesse período”, destaca Almeida.

O estudo também mostra que alguns dos elementos responsáveis por esse incremento devem ser atendimento diferenciado (41,3%), preço competitivo (38,7%) e publicidade (17,3%). A pesquisa também revela que os segmentos que devem contar com um impacto maior são os de artigos recreativos e esportivos (33,3%) e também o de hotéis (28,6%).
“Apesar de haver um certo ceticismo acerca do evento, devido à impressão ruim que a Copa do Mundo deixou (com expectativas não alcançadas em diversos segmentos), um megaevento como as Olimpíadas deve ser encarado como uma oportunidade. É claro que toda ação deve ser feita com planejamento e cuidado. Então, é preciso ter em mente que a saúde financeira e a imagem do empreendimento devem ser consideradas antes de qualquer tomada de decisão. Feito isso, ações assertivas que visam atrair consumidores de diversos perfis (lembrando aqui que há, inclusive, visitantes internacionais), são de suma importância para o sucesso nas vendas. São as tão chamativas promoções, a visibilidade da loja (seja por meio de divulgação nos meios de comunicação e/ou pela estruturação da vitrine), o atendimento diferenciado, a disponibilização de um bom mix de produtos, dentre outros”, diz Almeida.

O economista, por fim, fala quais devem ser os ganhos em médio e em longo prazo para as empresas. “A atual conjuntura e o desempenho aquém do esperado da Copa do Mundo são indícios de que as previsões para as Olimpíadas devem ser modestas. Porém, acredito que há espaço para certo otimismo, justamente pela proporção de eventos como esse. Em Minas Gerais, diferentemente da sede oficial das Olimpíadas, o Rio de Janeiro, não tivemos grandes investimentos em infraestrutura, até porque serão eventos pontuais, em algumas cidades do Estado. Porém, como dito anteriormente, Minas Gerais possui importância por sua riqueza histórica, cultural e gastronômica. Seu reconhecimento internacional pode ser alavancado com a realização do evento. Nesse contexto, as empresas do comércio de bens, serviços e turismo possuem grande relevância, tendo em vista a contribuição que esse setor gera para a economia mineira. O varejo é bastante pulverizado, com inúmeros estabelecimentos espalhados por todo o Estado, ofertando os mais variados bens e serviços”, finaliza ele.

Ações

Mais uma empresa que preparou ações para o período dos Jogos Olímpicos foi a LATAM Airlines Brasil, com o objetivo de atender, de uma maneira que seja uma maneira eficiente, os espectadores e também as delegações. Esse pacote foi desenvolvido, de acordo com informações que foram disponibilizadas pela própria empresa, por um período de um ano, contando, para isso, com uma equipe que é multidisciplinar e que atua em áreas diversas na organização. Em um material que foi enviado no mês de julho deste ano, a empresa afirma que as expectativas são de atender aproximadamente 25% das pessoas que vão usar o transporte aéreo. A organização, também nesse comunicado, afirmou que a estimativa era atender 30% dos atletas paralímpicos, entre os 4,5 mil que devem participar dos jogos olímpicos de 2016 no Brasil.

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Eduardo Costa, diretor sênior de Serviços e Inovação da LATAM Airlines Brasil, destacou as boas condições da companhia Bacalhau: Cardápio Olímpico foi montado em Niterói, no Rio de Janeiro, dando destaque a estabelecimentos e produtos gastronômicos

As ações pré-evento que foram realizadas pela da LATAM Airlines Brasil contaram com exercícios simulados, revisão de procedimentos, reforço nas capacitações e também com estudos. “A LATAM está pronta para o desafio olímpico, que será único e ainda maior do que a Copa de 2014 devido à concentração da demanda e a alta complexidade logística”, destacou w Costa, diretor sênior de Serviços e Inovação da LATAM Airlines Brasil, em um comunicado que foi enviado para a imprensa.

Os investimentos da LATAM Airlines Brasil também foram divulgados pela empresa. Na operação olímpica são investidos até R$ 20 milhões. Desses R$ 20 milhões, R$ 5 milhões foram destinados para alguma eventualidade que possa vir a acontecer. Os R$ 15 milhões possuem como alvo ações operacionais especiais.

A empresa conta com uma estrutura que é uma estrutura especial na cidade do Rio de Janeiro, cujo trabalho é realizado por 24 horas diárias. A equipe responsável é uma equipe multidisciplinar que atua de forma a coordenar alguma contingência, tendo, como um de seus objetivos, o de garantir que soluções sejam tomadas de uma maneira que seja uma maneira rápida.

Cardápio e impactos

Pessoas que moram na cidade de Niterói e também aquelas que visitam o município no período dos jogos olímpicos vão poder contar com o Cardápio Olímpico. Trata-se de um guia que conta com atrativos gastronômicos e conta também com atrativos turísticos, tendo sido lançado pela Neltur. Estão presentes nesse guia estabelecimentos que contam com um nome consagrado. Entre as opções disponíveis há Bacalhau Medalha de Ouro, da Gruta de Santo Antonio e Feijoada Olímpíca, do Don Juan Contemporâneo.

E quando o assunto são os impactos que as Olimpíadas devem gerar no país, eles já têm sido pensados há anos por muitas pessoas que estão envolvidas direta ou indiretamente no processo, e isso não somente no Brasil, mas também no exterior. O jornal The Guardian, por exemplo, publicou um artigo a respeito dos jogos olímpicos no país, destacando que a época era esperada para que turistas visitassem o Brasil, havendo, assim, a possibilidade de as coisas se apresentarem de uma maneira melhor, em um período que vem sendo marcado por crises. O artigo também destaca que alguns ganhos podem demorar um tempo para que possam acontecer, no entanto é necessário que tanto os aspectos positivos quanto os investimentos que são realizados nos esportes sejam monitorados.

Histórico

Em matéria de Olimpíadas, a Coca-Cola tem muita história para contar. Desde o ano de 1928, a empresa já tem marcado presença nesse evento. Ela participou dos Jogos Olímpicos de Amsterdã e desde aquela época dá o seu apoio. A empresa trabalha com Comitês Olímpicos Nacionais, fornecendo o seu apoio para times e também para atletas de cerca de 190 países ao redor do globo.

Os preparativos para os jogos olímpicos de 2016 começaram com alguns anos de antecedência. Só para se ter uma idéia, no anão de 2013, as pessoas que formam a equipe exclusiva para essa data já estavam a postos, sendo que os profissionais são de setores distintos, como, por exemplo, marketing, planejamento , operações, entre outros setores. A sede do andar onde fica a equipe, que fica localizada na cidade do Rio de Janeiro, ganhou uma decoração cujos temas são temas esportivos. Alguns elementos foram acrescentados ao lugar, como cestas de basquete.

Aumento

De acordo com uma pesquisa que foi divulgada pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as Olimpíadas devem gerar uma receita de aproximadamente 2,7 bilhões para a área de turismo do estado do Rio de Janeiro. Esses recursos devem, assim, simbolizar um crescimento de 18,8%, em termos nominais, quando se faz uma comparação com a mesma época de 2015.

Esse estudo foi baseado em previsões do Ministério do Turismo, bem como em previsões bem como em previsões da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Para que esses cálculos pudessem ter sido realizados, foi utilizada a conta turismo que vai ser gerada pelo Brasil. Estima-se que cada pessoa que vem de fora para assistir aos jogos olímpicos no país devem deixar no Brasil cerca de R$ 3.089. Um dos setores que devem contar com uma boa parte da receita é o segmento de alimentação, mas outros também devem apresentar importantes contribuições, como, por exemplo, o setor de hotelaria ou o de aluguel de veículos.

Sendo responsáveis por três quartos da força de trabalho do Rio de Janeiro, as áreas de alimentação (aqui entram bares, restaurantes e também as lanchonetes) e de transporte rodoviário são as responsáveis pelo maior número de contratos que foram estabelecidos de uma maneira temporária, representando, dessa maneira, 40% da força de trabalho do segmento de turismo.

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