O que muda após a chegada da CoronaVac?

0

Recentemente, os noticiários têm sido bombardeados por diversos assuntos relacionados à pandemia de COVID-19, e um dos tópicos mais discutidos é sobre a vacinação contra o coronavírus.

A estrela da vez é, portanto, a CoronaVac, desenvolvida pela indústria farmacêutica chinesa e já validada pelas autoridades nacionais da saúde, como a Anvisa e o Instituto Butantan.
Com isso, uma nova onda otimista se instaurou sobre boa parte da nação, principalmente diante de acontecimentos que assolaram o país — como a grande taxa de mortalidade em Manaus, no Amazonas, em decorrência da doença.

Polêmicas à parte, o fato é que a vacina contra a COVID-19 existe e já chegou a uma parte da população brasileira, que pôde ser imunizada no combate ao coronavírus, surgido inicialmente na China, no segundo semestre do ano de 2019.
Contudo, também é necessário que todos entendam que a CoronaVac, apesar de seu índice expressivo de acerto, não poderá garantir que a pandemia deixará de existir de um dia para o outro. Muito pelo contrário: será necessário prosseguir com os cuidados, principalmente para evitar transmissões àqueles pertencentes aos grupos de risco, que podem ser acometidos mais facilmente pela doença. Assim, pode-se dizer que ainda é cedo para enxergar uma luz no fim do túnel, embora o Brasil (e boa parte do mundo) esteja neste trajeto.

Mas, e quanto ao cenário comercial?

É certo que boa parte das empresas, principalmente do segmento de alimentação fora do lar, estão restritas a fatores como o lockdown (confinamento), sendo impedidas de receberem os clientes em seu espaço físico. Embora existam alternativas como o delivery ou o take-away (retirada na loja), o lucro, em sua grande parte, não corresponde ao esperado em um cenário comum.

Com a imunização em massa pela CoronaVac, muitos esperam pela flexibilização do comércio, que eventualmente poderá ocorrer. E isso, naturalmente, pode gerar algum tipo de descontrole, principalmente quanto às aglomerações.
No entanto, cabe aos gestores e empresários a responsabilidade social de continuar seguindo à risca todas as recomendações das autoridades de saúde, evitando principalmente o agrupamento de pessoas, que acarreta em um número maior de contágio.
O desafio aqui é permanecer com as medidas de proteção e adequar o planejamento da empresa, sempre visando proporcionar uma experiência ainda mais positiva aos antigos e novos clientes.

Ainda que a imunização em massa traga novas perspectivas, ainda não é o momento de minimizar os efeitos que a COVID-19 é capaz de causar, até porque mais de 200 mil vidas foram perdidas desde o início da pandemia no Brasil.

O que vale então é permanecer investindo em soluções tecnológicas para manter o comércio na ativa e também nas campanhas de marketing que, mesmo após a chegada da CoronaVac, serão mais necessárias do que nunca.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

dois × 2 =