Negócios das arábias

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Falafel atrai diferentes tipos de público e é carro-chefe de
vários empreendimentos

A gastronomia do Oriente Médio é uma das mais ricas e inspiradoras do mundo. Em todo o globo, se encontram pratos e receitas originados dessa região, que contribui, e muito, para a culinária de diversos chefs de cozinha. O falafel, por exemplo, é uma dessas populares iguarias, sendo ele
destaque nesta matéria.

Produção

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“Sobre o falafel, o restaurante segue a receita de um modo bem original”, diz Beto Isaac, proprietário do Arabesco

Vários bares e restaurantes do Brasil, especializados em comida árabe e judia, oferecem o falafel em seus cardápios.
Fundado em 1987, o Arabesco mantém a proposta de apresentar as tradições e as peculiaridades da cozinha sírio-libanesa.
“Sobre o falafel, o restaurante segue a receita de um modo bem original. A iguaria pode ser consumida como prato principal nas refeições, mas também faz muito sucesso como aperitivo num happy hour informal. Geralmente, acompanhado de molho de tahine e salada de alface, o prato sai por R$ 45,50”, apresenta Beto Isaac, proprietário do Arabesco.
Beto conta que o cliente sempre fica satisfeito com o prato, porque além de ser rico em vitaminas e proteínas, é uma ótima opção para o almoço – pois realmente é um prato completo. O grão-de-bico, principal ingrediente do falafel, possui proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B para uma vida fitness.
“Os vegetarianos também consomem bastante, pois não possui carne em sua receita”, salienta.

Público

Na Boali, o produto é fabricado por um fornecedor exclusivo, que usa uma receita clássica (grão-de-bico e temperos), chega às lojas congelado e já fracionado, facilitando o processo operacional, pois não utilizam cocção (cozimento) no preparo em suas unidades.
Rodrigo Barros, CEO da Boali, explica e reitera que é um produto bem especifico. “Prezamos bastante as suas qualidades: altamente proteico, ótima opção para veganos e vegetarianos e tem ótima saída com esse público, bem como mesmo quem não é vegano experimenta e vira fã, pois ele é muito saboroso e diferente. Pode acompanhar saladas, arroz, e temos também um wrap árabe de falafel, trazendo a ideia da origem do ingrediente, muito comum na cozinha árabe”.
Para o CEO da rede, investir nesse tipo de produto no food service é se diferenciar nesse mercado, oferecendo uma proteína vegetal nutritiva em um item muito saboroso.
A mistura das palavras “boa e alimentação” deram origem à identidade da Boali, rede de franquia que tem por essência oferecer opções saudáveis para as refeições do dia a dia. Está presente em oito estados da federação.

Opções

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Rodrigo Barros, da Boali, diz que investir nesse tipo de produto no food service é se diferenciar nesse mercado, oferecendo uma proteína vegetal nutritiva em um produto muito saboroso

Rodrigo Arjonas, sócio-fundador do Busger, mostra que sempre oferecem para os seus clientes grandes propostas e
novos sabores.
“O Busger é democrático e, por isso, pensamos em ter no cardápio opções saudáveis e que agradassem a quem estivesse em busca de uma opção sem carne bovina. Foi nesse contexto que nasceu o falafel”.
Rodrigo fala que esse hambúrguer de falafel é preparado com grão-de-bico e ganha tempero que confere sabor especial.
“Entre os ingredientes estão as principais iguarias da cozinha, como a salsa, coentro, cebolinha, alho, cebola, cominho e gengibre. O sanduíche é servido em um fresquinho e crocante pão italiano, acompanhado da irresistível maionese verde da casa, com fatias de queijo prato derretidas, folhas de agrião, tomate e rodelas de cebola roxa para trazer um toque diferenciado e deixar o hambúrguer ainda mais completo”.
Os clientes que provam o burger de falafel do Busger normalmente acabam se tornando fiéis ao produto.
“Hoje, o sanduíche corresponde a mais ou menos 10% das vendas mensais das nossas unidades. Acreditamos que ele pode ser incluído em diferentes tipos de cardápios, especialmente quando o objetivo é oferecer uma opção diferente ao público”, conta o sócio-fundador.
A ideia de ter esse tipo de hambúrguer nas unidades foi da chef Adrieli Lucatelli, em 2015, e veio depois de muita pesquisa e avaliação de mercado.
“Vimos que o número de pessoas que optam por fazer refeições equilibradas vem aumentando e achamos interessante oferecer uma opção no nosso cardápio”.
O Busger nasceu em 2015 pela iniciativa de dois empreendedores que viram que havia espaço para evoluir no conceito de alimentação de rua. As unidades Busger estão localizadas na cidade de São Paulo.

Marmitas

Negócios das arábiasA Diamond Gourmet é uma empresa especializada em marmitas congeladas saudáveis, fit e vegetariana. Todos os alimentos e produtos utilizados são naturais.
“O diferencial da Diamond Gourmet é que, pensando em algo mais saudável, e até entrando na onda do low carb, desenvolvemos o falafel sem a farinha de trigo. Hoje, o falafel é consumido em todo o mundo por ser uma proteína de origem vegetal. Os vegetarianos consomem bastante nas suas dietas, mas eu acredito que todos deveriam comer, pois é uma delícia e bastante nutritivo”, sugere Carolina Martins, sócia-proprietária da Diamond Gourmet.
Sobre as opiniões dos clientes do produto com falafel da Diamond, após introduzir alguns pratos vegetarianos em seu cardápio, Carolina avaliou que a iguaria não podia estar de fora.
“O legal que por ser um alimento saudável, rico em proteína e low carb, nossos clientes têm interesse em experimentar e todos os feedbacks são positivos”.
A sócia orienta ser consumido desde as principais refeições, como almoço e jantar, até como um lanche da tarde ou no pré ou pós-treino de alguma atividade física.
“Nosso objetivo é mostrar que comer saudável não é sinônimo de ingerir apenas frango e salada, mas vários outros pratos como o falafel, que são muito gostosos e nutritivos. Podemos diversificar e adaptar receitas para que sejam prazerosas nas refeições”. A empresa encontra-se em São Paulo.

Carros-chefe

Negócios das arábias“Nossos bolinhos de falafel são um dos nossos carros-chefe e feitos à moda israelense, com tempero especial da casa. São servidos como lanche (dentro do pão pita, também feito aqui), como refeição (acompanhados de arroz, fritas e salada), junto com homus (pasta de sementes de grão-de-bico) ou em porções de 5, 10, 20 ou 30 unidades. Os preços variam. O lanche de falafel custa 24 reais. A refeição, 29 reais. A porção com cinco bolinhos sai por 13 reais. O homus com falafel está 26 reais”, elenca David Hepner, sócio do quiosque de culinária israelense Mazal, localizado em Santos, no litoral paulista.
O falafel no Mazal é um dos principais itens e um dos mais apreciados da empresa. “Quem prova quase sempre elogia e acaba retornando para consumir novamente”.
David também conta que por ser muito popular em Israel, atrai bastante quem já visitou esse país e provou a iguaria.
“Também é uma excelente opção de comida vegana. Mas o falafel não é direcionado a um público específico. Todos podem consumir essa delícia”, complementa.
No Mazal, o falafel pode ser apreciado com seus molhos especiais: tahine, mediterrâneo apimentado e maionese com limão siciliano.
“Em Santos, somos o único estabelecimento que oferece falafel exatamente como se consome em Israel. Tem um sabor único. Como afirmei anteriormente, quem prova acaba voltando para comer de novo”.
O Mazal surgiu em 2019. A ideia do local é oferecer as mesmas opções gastronômicas encontradas nas ruas de Israel.

ARABESCO
Instagram @restaurantearabescooficial
BOALI
www.boali.com.br
BUSGER
www.busger.com.br
DIAMOND GOURMET
Instagram @diamond_gourmet
MAZAL
Instagram @mazalquiosque

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