Mudanças deverão permanecer no pós-crise

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Mudanças deverão permanecer no pós-crise

A pandemia da Covid-19 fez com que muitas empresas adotassem novas estratégias, que vão desde a adoção do home office até o uso maior dos recursos digitais. Muitas transformações vieram para ficar

Muitas foram as transformações ocasionadas nas empresas por conta da pandemia da Covid-19. De uma hora para outra, mudanças tiveram de ser feitas nas mais diferentes frentes, desde a adoção de home office até o uso maior dos recursos digitais.
O avanço da vacinação contra a doença já tem dado esperanças de que a pandemia chegue ao fim. No entanto, muitas mudanças ocorridas durante esse período nas organizações têm sido consideradas benéficas e deverão permanecer mesmo no período pós-crise.

Novos hábitos

Entre as transformações que têm sido notadas, uma delas diz respeito aos hábitos dos consumidores, que foram se modificando ao longo do tempo. As empresas estão atentas aos novos perfis de clientes, e ações são pensadas para atender às novas demandas que vêm surgindo.

Mudanças deverão permanecer no pós-crise
“A premissa da Arcor é entregar a magia que existe em estar entre a família através do seu portfólio que traz uma combinação única de sabor e custo inteligente”, diz Anderson Freire, diretor de marketing, pesquisa e desenvolvimento da Arcor do Brasil

“Acreditamos que a pandemia trouxe consigo, dentre todas as suas mudanças, novos hábitos para os consumidores. As restrições de locomoção e novos horários de funcionamento das lojas, por exemplo, estimularam o uso de aplicativos para realização de compras, reforçando a comodidade em receber os produtos em casa. Além disso, houve um movimento na busca por ‘pequenos prazeres’, destacando o poder da indulgência como fator decisório para a compra. Sabemos que a pressão e os desafios que o momento ainda exige são muitos, por isso, a busca por comfort foods ficou ainda mais constante”, destaca Anderson Freire, diretor de marketing, pesquisa e desenvolvimento da Arcor do Brasil.
Para atender as demandas do consumidor atual, Anderson Freire conta que a Arcor do Brasil tem marcado cada vez mais presença nos meios digitais. “Para atender as demandas do atual consumidor estamos cada vez mais presentes no digital, avançando nas redes sociais, no e-commerce e estreitando a parceria com os clientes. Sobretudo, oferecemos no nosso portfólio um catálogo de produtos que atende toda a família brasileira, com diversidade, qualidade e ótima relação custo-benefício”, diz ele.

Para se destacar no mercado atual, afirma o diretor de marketing, pesquisa e desenvolvimento da Arcor do Brasil, uma das ações tem sido o desenvolvimento de novidades.

“Para nos destacarmos no mercado, estamos sempre agregando valor aos nossos produtos, desenvolvendo novidades e ampliando a nossa distribuição, o que nos permite oferecer variedade e qualidade com excelência. A premissa da Arcor é entregar a magia que existe em estar entre a família através do seu portfólio que traz uma combinação única de sabor e custo inteligente. Além disso, estreitamos a relação com nosso consumidor promovendo ações com influenciadores digitais e nos posicionando nas redes de maneira inovadora e criativa. Nos pontos de venda, buscamos criar ativações que destaquem a marca e todo o nosso extenso portfólio. A estratégia de cobranding também permeia no nosso negócio e trará novidades ainda este ano”, afirma ele.

Mudanças

Mudanças deverão permanecer no pós-crise
“Essas transformações nos levaram a um aprofundamento do autoconhecimento, além de terem sido uma questão de sobrevivência”, diz Giovanni Avilla, sócio-proprietário do 12 Burger and Beer

Giovanni Avilla é sócio-proprietário do 12 Burger and Beer. Ele destaca que um dos reflexos da pandemia da Covid-19 foi a diminuição do número de clientes. Diante desse cenário, algumas ações foram tomadas, como a melhoria de eficiência e na comunicação com os consumidores.

“A pandemia trouxe com ela a escassez de clientes. Com a falta de apoio, nós nos vimos em uma situação onde estávamos nos preparando para crescer para outra em que tínhamos que buscar formas de sobreviver com menos clientes e menos recursos. Daí, em um primeiro momento, nós fomos atrás de reduções de custos, melhoria de eficiência, melhoria na comunicação com o cliente. Na verdade, descobrir quem são nossos verdadeiros clientes. Isso nos aproximou não só dos clientes, mas também dos fornecedores e dos colaboradores. Estes últimos têm sido fundamentais para atravessarmos esse período, entendendo o momento e colaborando quando precisamos mudar horários, por exemplo. Enxugamos o cardápio de comida e bebida e para isso fomos atrás da nossa essência: em que somos muito bons? Como podemos melhorar? O que nos diferencia dos outros? Com tudo isso, nós nos transformamos em uma empresa mais enxuta, mais focada, que valoriza as parcerias onde a questão financeira não é o foco no curto prazo. Que busca se comunicar melhor com o cliente e para isso precisamos conhecê-lo melhor. Entendemos como trabalhar com o delivery de modo a se tornar uma ferramenta não só de vendas, mas de conhecimento e interação com o cliente. Implantamos nossa própria marca de cerveja. Desenvolvemos novas atrações para o ambiente aconchegante da casa, como a comédia StandUp e novos músicos para cantar nos finais de semana. Tudo isso se manterá no pós-pandemia”, afirma ele.

Giovanni Avilla conta que essas transformações foram uma questão de sobrevivência e trouxeram aprendizados. “Essas transformações nos levaram a um aprofundamento do autoconhecimento, além de terem sido uma questão de sobrevivência. Descobrir os pontos em que somos muito bons melhorou nossa comunicação com o cliente. Aprendemos a vender melhor o nosso produto, buscar novos mercados e diferentes formas de trabalhar. Aprendemos a importância de ter parceiros que irão caminhar conosco por muitos anos”, diz ele.

Passar por essas transformações, relata Giovanni Avilla, levou tempo. “Passar por essas transformações nos custou muito tempo de estudo e análises, além de tempo em busca de alternativas de produtos, fontes de financiamento. Troca de experiências com outros empresários do setor tem sido fundamental para conhecer melhor o ambiente dos negócios. Tivemos que nos juntar e trocar experiências. Sozinho ninguém chega lá. Os custos dos nossos insumos aumentaram muito além do que poderíamos repassar aos nossos clientes. Porém, sem dúvida, a falta de recursos financeiros para atravessar esse período foi e está sendo um dos principais desafios”, afirma. “Com tudo isso, nós aprendemos a economizar tempo e recursos para ações que tragam o maior retorno possível. Nós conhecemos melhor o nosso cliente e estamos mais preparados para atendê-lo”, destaca.

Para Giovanni Avilla, o isolamento social poderá ocasionar mudanças de hábitos dos consumidores. “Não sabemos ainda o que irá alterar no perfil do consumidor. Imaginamos que ele será mais cuidadoso e seletivo. O isolamento social prolongado deverá tornar o consumidor mais ávido por experiências que tragam acolhimento e aconchego, junto com boa comida. E nisso somos bons, muito bons”, diz ele. “A gente atende melhor quando a gente o conheça o cliente. Por isso praticamos o ‘know your client’, KYC, conheça seu cliente. Só assim podermos atendê-lo melhor”, afirma.

Mudanças deverão permanecer no pós-crise
“Estamos buscando aumentar a participação do nosso delivery próprio de forma a ganhar mais proximidade com o cliente e reduzir custo”, afirma Giovanni Avilla, sócio-proprietário do 12 Burger and Beer

Giovanni Avilla conta que uma maneira de o estabelecimento se destacar é sendo diferente e proporcionando experiências diferenciadas para os consumidores. “A gente se destaca sendo diferente e dando ao cliente uma experiência que ele não encontraria em outro restaurante. E isso vai além da comida e da bebida. Um bom papo, uma boa música, ambiente superagradável. E comunicar isso ao público de maneira clara e assertiva”, afirma.

Sobre os planos do 12 Burger and Beer em médio e em longo prazo, Giovanni Avilla destaca investimentos que têm sido realizados.

“Estamos investindo para fortalecer nossa marca com a comercialização de nossas cervejas exclusivas, e também nossa futura loja onde o cliente poderá levar para casa os nossos produtos. Além disso, estamos buscando aumentar a participação do nosso delivery próprio de forma a ganhar mais proximidade com o cliente e reduzir custos. Tudo isso ainda 2021. Vamos criar novos lanches e, quem sabe, voltar com alguns que tivemos que retirar no começo da pandemia. A gente quer manter o nosso local como um ambiente que vai além do hambúrguer, boa cerveja e boa música e torná-lo um local de encontro, confraternizações e networking. Temos projetos para isso. Depois, passo a passo, vamos planejar nossa expansão para outros locais. Muito cedo ainda para pensar nisso. Muitas variáveis em jogo”, ressalta ele.

Acelerar

Marcelo Cordovil, diretor de expansão da rede Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER, conta que a pandemia da Covid-19 ocasionou transformações no negócio, como a aceleração do processo de implantação do delivery.

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Marcelo Cordovil, diretor de expansão da rede Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER, conta que a pandemia da Covid-19 ocasionou transformações no negócio, como a aceleração do processo de implantação do delivery

“Sem sombra de dúvida, a pandemia provocou transformações bastante significativas nas empresas e nos consumidores e no Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER não foi diferente. No nosso caso, tínhamos um planejamento e um processo de implantação do nosso delivery, que estava em fase de desenvolvimento. Com a pandemia, precisamos acelerar tudo para não deixar de atender aos nossos clientes e, claro, não ficar sem vender. Também aproveitamos o período para investir na capacitação das nossas equipes e aprimorar a experiência do cliente, trabalhamos em melhorias nas nossas operações, criamos uma linha especial com a entrega de ingredientes para que as pessoas pudessem preparar seus próprios burgers em casa e negociamos com fornecedores locais em casos de praças mais distantes de São Paulo para facilitar a logística para outras cidades mantendo sempre o nosso padrão de qualidade”, diz ele.

Marcelo Cordovil afirma que essas transformações foram importantes, pois a pandemia da Covid-19 reforçou o hábito das pessoas de pedir comida em casa.

“Essas transformações foram importantes, porque a pandemia reforçou no consumidor o hábito de pedir comida em casa. Se antigamente esse era um comportamento restrito ao jantar, aos finais de semana, de alguns anos para cá, tudo mudou. Especialmente com a disseminação dos apps de entrega e a diversidade de restaurantes presentes nessas plataformas, pedir comida em casa ou no escritório se tornou rotineiro e acreditamos que este novo hábito tende a permanecer entre as pessoas mesmo com o fim da crise sanitária. Segundo o site Statista, em março de 2020, o download de apps de delivery cresceu mais de 120% se comparado com o mesmo mês de 2019 no país. Em 2017, 47% dos usuários de smartphones afirmaram usar aplicativos para pedir comida. Em 2020 esse número saltou para 72%”, afirma.

Em relação aos desafios vividos nesse processo, Marcelo Cordovil diz que “sem dúvida os desafios foram relacionados à aprovação das melhores embalagens para que nossos pratos chegassem aos nossos clientes com a qualidade preservada”, afirma ele, que também fala acerca dos benefícios. “Sem dúvida, os benefícios são as vendas, conseguir atender nossos clientes habituais e atender aqueles que não gostam ou não circulam pelas praças de alimentação de shopping center, que são os ambientes em que a maior parte dos nossos restaurantes estão instalados e operando”, diz.

Para Marcelo Cordovil, o perfil do consumidor também mudou. “Sem dúvida o perfil do consumidor mudou! Entendemos que o consumidor está priorizando muito a qualidade x benefício, além da segurança. O processo de compra já vinha caminhando para a digitalização nos últimos anos e sofreu uma aceleração enorme com a pandemia, levando o consumidor para as plataformas digitais. Isso aconteceu em todos os segmentos, inclusive com o food service. Atualmente, as pessoas procuram restaurantes e lojas que possuem aplicativos e dão muito mais valor para a experiência que as marcas conseguem proporcionar não só nos seus próprios ambientes, mas também nos lares de cada um. Acreditamos que o hábito de pedir comida ou qualquer outro produto e recebê-lo em casa se manterá mesmo com o fim da pandemia, uma vez que as empresas estão em constante adaptação e promovendo melhorias em processos logísticos, nas embalagens e especialmente nas experiências promovidas”, afirma ele. “Na visão do time Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER, preservar a qualidade do produto e do atendimento são primordiais para atender as demandas dos consumidores”, diz.

Para se destacar no mercado, Marcelo Cordovil salienta o trabalho com bons produtos e o bom atendimento. “Acreditamos que fazendo muito bem feito aquilo que estamos nos propondo a fazer, ou seja, entregando cortes preparados com qualidade, bom sabor, pratos bem feitos, ingredientes selecionados, atendendo ao cliente de forma atenciosa e garantindo a qualidade em tudo”, afirma.

Diante de todo esse cenário, a rede espera abrir no mínimo dez unidades até o fim deste ano. “Queremos ser a maior rede de churrascarias do país. Para 2021, nossa meta é abrir pelo menos 10 unidades até o final do ano e ultrapassar a marca de 90 operações. Queremos consolidar nossa atuação em praças nas quais já temos restaurantes, como Minas Gerais, Brasília, Goiás e Santa Catarina, além de reforçar nossa marca nos estados de São Paulo – incluindo cidades do interior, litoral e Grande São Paulo – e do Rio de Janeiro, que são considerados polos importantes para nós e com grande concentração dos nossos restaurantes”, afirma o diretor de expansão da rede Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER.

Transformações

Carlos Lima é sócio do TapTap Bar. Ele relata que foram várias as transformações ocasionadas pela pandemia da Covid-19 no estabelecimento e as divide de três formas: estratégicas, táticas e operacionais.

As estratégicas, diz ele, envolvem a “redefinição de modelo de expansão: de lugares maiores para mais enxutos; inclusão do delivery como forma de venda e intensificação na presença digital”.

As táticas, por sua vez, estão relacionadas à “redefinição de cardápio para atender delivery; revisão de fornecedores, dado que alguns fecharam e outros aumentaram muito os preços; criação de website; profissionalização de gestão de mídias sociais e mudança de precificação”.

Já as operacionais dizem respeito à “intensificação de controle de perdas/desperdício, pois temos menos espaço para erros; inclusão das novas medidas sanitárias no Procedimento Operacional Padrão e implementação de relacionamento com clientes via e-mail marketing /WhatsApp”.

Mudanças deverão permanecer no pós-crise
Giovanni Avilla, sócio-proprietário do 12 Burger and Beer, conta que uma maneira de o estabelecimento se destacar é sendo diferente e proporcionando experiências diferenciadas para os consumidores

“A forma de consumo mudou drasticamente e acreditamos que, mesmo que ela não seja para sempre, certamente também não será a mesma que era no período pré-pandemia. Assim, precisamos atender o cliente que não está na rua passando em frente do Tap Tap e isso abriu portas porque se perdemos clientes na rua, ganhamos os que estão na Internet e definitivamente não queremos perder estes novos. Além do que nos força a sair da zona de conforto, por pior que seja esse estímulo (a pandemia), é algo que todo empreendedor precisa entender como melhor sair frente a nova situação e novas variáveis”, afirma Lima.
Sobre os principais desafios para implementar as transformações, o sócio do TapTap Bar destaca o recurso. “Recurso e, por recurso, entenda não só recurso financeiro, mas também energia, tempo disponível, equipe. Em um curto espaço de tempo precisamos, literalmente, trabalhar o dobro para ganhar a metade, ou melhor, para não perder tudo. Tem o fator psicológico e de motivação aqui para você manter seu negócio vivo. Você tem que tirar energia que não existe para tudo isso. São muitas barreiras, principalmente para o pequeno empresário, que teve pouca ou nenhuma ajuda efetiva para ter algum resultado. Tudo isso, sabendo que você possui, principalmente, pessoas trabalhando, que dependem de você e da saúde do seu negócio para manter a família. É uma equação difícil de resolver”, diz ele, que também salienta os benefícios. “Olho muito para os benefícios intangíveis, mesmo porque os benefícios tangíveis são muito pequenos. Bem ou mal, essa pandemia será como uma ‘cicatriz de guerra’ para quem sobreviver. Nós seremos lembrados por termos um pequeno negócio que sobreviveu e isso agrega muito à marca, pois é sinal que você vinha fazendo uma boa gestão. É quase que um diferencial competitivo: ‘Eu sobrevivi, venha aprender como!’. Além disso, obviamente, há o fato do retorno financeiro que não pode ser deixado de lado. O Tap Tap conseguiu terminar 2020 com caixa positivo”, diz ele.

Lima também acredita que o perfil do consumidor vem se modificando. “O perfil foi mudando, com certeza, mesmo porque a estrutura de custos/renda familiar mudou. No começo da pandemia, não havia o sentimento de que a pandemia seria tão longa, além do fato de as famílias ainda terem alguma reserva financeira. Agora, 12 meses depois, muitas pessoas perderam o emprego e/ou estão inseguras para gastar. Quem conseguiu manter a renda tem levado diferentes aspectos em consideração como a atuação das marcas durante a pandemia. O Tap Tap, por exemplo, assim como outros estabelecimentos, usou sua estrutura para ajudar pessoas carentes por meio de doações e isso fortaleceu muito nossa marca, de acordo com o feedback dos clientes. Como os produtos estão mais acessíveis via delivery, os consumidores estão analisando muito mais variáveis, pois estão diante de um universo maior de estabelecimentos para adquirir produtos”, destaca.

E como atender as demandas do atual consumidor? “Antes de mais nada é importante lembrar que uma empresa é feita de pessoas para pessoas e para atendê-las é preciso entendê-las. Onde seu consumidor está? Que linguagem ele valoriza? Quais seus valores? Tão importante como saber o que comunicar, é necessário planejar o como comunicar e para isso as empresas precisam olhar para dentro, saber o que tem de bom para oferecer e como transmitir essa ideia em um formato que seus clientes vão entender, se identificar, se sentir parte da sua ‘comunidade’ para depois comprar seu produto”, diz.

Para se destacar no mercado, então, Lima salienta a importância da comunicação. “Acredito que esse ‘destaque’ vem da aplicação dessa sensibilidade em comunicar seus valores em uma forma que seus clientes entendam. Veja que nessa e na pergunta anterior, não estamos falando ainda de produto, mas, sim, do que você tem para oferecer como valor antes do produto, dos motivos pelos quais o empreendedor saiu da cama para vender aquele produto porque dinheiro por dinheiro, a gente pode fazer vendendo qualquer coisa”, afirma.

Diante de todo esse cenário, a marca já tem um plano de expansão pronto. “Nós temos um plano de expansão pronto, onde pretendemos ter novas lojas próprias e franquias. Nosso modelo não oferece apenas formatos operacionais, mas focamos muito em branding, comunicação e treinamento para que consigamos transmitir a energia do Tap Tap que é um diferencial competitivo muito forte para nossos clientes. Óbvio que produto, sejam eles comidas ou cervejas artesanais exclusivas e em condições especiais fazem parte do ‘pacote’, mas isso eu considero um ‘extra’, um ‘extra’ muito importante e que nos diferencia muito, mas queremos mesmo é transmitir nossa mensagem de quão especial é o tempo que nossos clientes passam no Tap Tap e como nós precisamos cuidar bem dele, seja oferecendo um produto diferenciado, criando um prato exclusivo ou apenas tomando uma cerveja no balcão”, afirma.

Arcor do Brasil
www.arcor.com.br
12 Burger and Beer
www.12burgerandbeer.com.br
Mania de Churrasco ! PRIME STEAK & BURGER
www.maniadechurrasco.com.br
TapTap Bar
www.taptapsp.com.br

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