Mesas suportes essenciais

Mesas podem mudar o visual do ambiente e personalizar o estabelecimento

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As mesas para o food service são essenciais para o suporte e para o conforto dos clientes. Produzidos em diferentes formatos e materiais, esses equipamentos podem fazer a diferença não só no que diz respeito ao visual do local, mas também em relação ao serviço que é oferecido.

Comprar móveis para os estabelecimentos não é a mesma coisa de escolher móveis para a casa. As necessidades de uma empresa são muito diferentes. Além de o fluxo de pessoas ser maior, é preciso atender as necessidades dos clientes durante a experiência no lugar.

As mesas aparecem em diferentes formatos e materiais, sendo essenciais para cada efeito que os estabelecimentos desejam passar. Alguns modelos de mesas são ideias para eventos, enquanto outros valorizam o consumo individual em estabelecimentos. Para cada ocasião, existe uma mesa que melhor se encaixa nessas características.

Pensando nisso, a Food Service News preparou uma matéria sobre a importância desses móveis e as diferenças que existem para melhorar a escolha por esses produtos. Além de dar suporte aos alimentos, as mesas são essenciais para definir a capacidade de pessoas naquele lugar e a forma com que os pratos poderão ficar dispostos.

Mesas

A Franco e Bachot é uma empresa que atua no setor mobiliário de hotéis, bares, restaurantes, shoppings e grandes redes de estabelecimentos. Para atender cada tipo de cliente que a Franco e Bachot tem, são feitas linhas específicas com diferentes características.

De acordo com Adriano Lemos, coordenador de marketing da Franco e Bachot, alguns fatores são importantes na hora de escolher os produtos. “As mesas devem ser escolhidas de acordo com o conceito do estabelecimento. Nesse aspecto, são considerados atributos como tamanho do local, estilo da decoração, adequação funcional ao ambiente e capacidade de investimento”, ressalta.

Segundo ele, a Franco e Bachot possui mesas com dois, quatro e seis lugares. Os materiais utilizados também são importantes, com bases de madeira ou metal, e tampos de madeira ou materiais específicos. Lemos explica que as medidas podem ser personalizadas e os tampos também podem receber um acabamento com o material desejado, como fórmica.
“A dinâmica de atendimento do estabelecimento é preponderante para a escolha do modelo de mesa a ser utilizado. Por exemplo, em um restaurante à la carte, é mais comum a utilização de mesas maiores, uma vez que as guarnições são servidas em recipientes maiores, que exigem mais espaço, para o conforto do cliente. Em um restaurante self-service, por exemplo, este espaço sobre a mesa pode ser menor, uma vez que o cliente só precisa do espaço necessário para acomodar seu prato/bandeja. Em bares, por exemplo, o espaço necessário sobre as mesas costuma ser ainda menor. O tamanho das mesas impacta diretamente no número de mesas e, consequentemente, no número de lugares do estabelecimento, influenciando na sua capacidade de atendimento”, conta Adriano, sobre os tipos de mesas para cada estabelecimento.

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Mesas do Rosa Mexicano, estabelecimento localizado em Blumenau, Santa Catarina, cliente da Franco e Bachot

Esse cuidado com os móveis escolhidos pode afetar não somente o espaço disponível no estabelecimento, mas também a identidade que ele deseja passar aos clientes. Desde a escolha de cores ao tipo de mobília é preciso pensar no que aquele ambiente deseja passar.

Mesa Inglesa

A mesa inglesa é a mais comprida e possui algumas diferenças em relação às mesas tradicionais. Por ter um aspecto sofisticado, esse tipo de mobília costuma ser indicado para eventos, tendo grande procura em casamentos.

“As mesas inglesas são pouco utilizadas em estabelecimentos comerciais. Geralmente, são usadas em festas e recepções, devido ao seu estilo clássico, porte imponente e acabamento sofisticado. Os estabelecimentos que mais as utilizam são os buffets e os espaços para eventos”, explica Adriano.

Esse tipo de mesa comporta um número maior de pessoas e pode, também, ser usado para grandes reuniões. Além do tamanho, o material utilizado consegue dar diferenciação à durabilidade e à identidade da mesa.

Mesa Americana

A mesa americana consegue otimizar o espaço dentro do estabelecimento. Ao contrário da mesa inglesa, esse tipo de mobília costuma ser menor e muito parecida com bancadas. Para estabelecimentos, essa mesa pode ser ideal para lanches rápidos e individuais.

Normalmente, esse tipo de mesa pode complementar as mesas tradicionais dentro de lanchonetes. Mais comprida, essa mobília pode ser feita tanto de madeira quanto de mármore, por exemplo. Esse material pode deixar o visual mais harmônico com outros elementos do lugar, dependendo da escolha de cores e materiais para compor.

O grande diferencial nesse tipo de mesa é que ele acompanha uma tendência entre os consumidores, que é a de fazer refeições cada vez mais rápidas e individuais.

Material

O material com que que a mesa é produzida pode interferir diretamente na sua durabilidade. De acordo com Adriano, é importante se atentar a esse aspecto na hora de fazer a compra.
“Acabamentos mais nobres dispensam o uso de outros elementos de decoração, como vasos e toalhas de mesa. Certos tipos de revestimento conferem maior proteção e durabilidade, além de praticidade para a limpeza. O material usado na estrutura da mesa é determinante para a sua durabilidade e também para o peso do móvel, o que interfere na sua versatilidade e adaptabilidade. Móveis mais leves podem ser deslocados e reposicionados com maior facilidade”, explica o coordenador.

Madeira

A Thonart, empresa de móveis profissionais, possui uma diversidade de produtos confeccionados com madeira. Com tamanhos e formatos diferentes, as mesas da Thonart também recebem um acabamento diferenciado, algumas com vidro e bases específicas, por exemplo.

Os tipos de mesas variam de acordo com a necessidade de cada cliente. Há mesas com modelo mais clássico, que combinam um design elaborado e o uso de materiais mais nobres. Há também mesas exclusivas para escritórios, centro de mesas, entre outras possibilidades.

Com mais de cem anos de tradição, a Thonart tem experiência no ramo de vergar madeira maciça, com a filosofia de produzir móveis únicos e exclusivos aos clientes, a partir de um processo de fabricação artesanal.

Para produzir esses móveis, a Thonart se atenta às principais questões do meio ambiente, desde a escolha de materiais até a reciclagem de resíduos. Uma das ações da empresa é usar madeiras que causem menos impacto à natureza.

A principal matéria-prima é a Plátano, uma madeira exótica plantada em parceria com produtores rurais. Essas florestas são colhidas e redirecionadas para outro corte. Em uma pesquisa realizada com a Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, ficou comprovado que a Plátano atende às necessidades do vergado. Com essa descoberta, a Thonart tem investido no reflorestamento da planta.

Bases

O espaço que cada mesa vai ocupar também depende de sua base. Essa estrutura é extremamente importante para o encaixe de cadeiras e para sustentar o peso do móvel.
As cadeiras também podem remeter a algumas sensações para os clientes. As com quatro pés costumam dar maior sensação de segurança para as pessoas, enquanto as com braço costumam ser ideais para restaurantes que contam com refeições que são mais demoradas.
A largura dos assentos também pode influenciar a experiência do cliente no estabelecimento.
O espaço entre uma mesa e outra pode ser um aspecto fundamental nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. Devido à escolha inadequada de mesas e à falta de organização, o ambiente pode ficar estreito e desconfortável para quem visita o lugar.

Feira For Móbile

Para entender mais sobre as tendências do setor de móveis, o evento For Móbile, que aconteceu entre os dias 26 e 29 de julho, em São Paulo, buscou antecipar o que os consumidores têm buscado na hora de escolher a mobília.

De acordo com Flávia Mardegan, uma das palestrantes do Design Fórum Móveis, existe uma tendência de personalização na mobília, em que o consumidor deseja atuar no desenvolvimento do produto. “Qualidade e preço também influenciam a decisão de compra, mas o que o consumidor quer mesmo é participar ativamente da criação”, explica a designer e também consultora de vendas.

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