Gaúcho abre rede que vende 600 mil minissanduíches por mês

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Por Redação FSN – 21 de março de 2014

O gaúcho Rodrigo Miranda, de 38 anos, resolveu, em 2002, investir R$ 100 mil para montar uma cozinha e um sistema de televendas para vender sanduíches em miniatura, em Curitiba. Essa ideia deu origem a rede Vininha que, com o passar do tempo, foi crescendo e, atualmente, é responsável pela produção de 600 mil minissanduíches por mês.

Miranda já havia tentado vender figurinhas, frutas cultivadas no quintal da avó e até participou de três startups de telefonia, mas sem muito sucesso. Apenas depois de investir na rede de alimentação que sua carreira deslanchou. Quatro anos após o surgimento do empreendimento, o gaúcho trocou o canal de vendas. “Em 2006, abrimos nosso primeiro ponto, o negócio começou a deslanchar e a atrair mais clientes”, conta.

Em 2008, o empreendedor abriu uma segunda unidade, em um shopping, mas o plano fracassou. “Não era muito a nossa cara ser uma loja típica de fast-food. As pessoas iam mais para buscar os lanches”, diz. Apesar disso, dois anos mais tarde, a rede se tornou uma franquia.

O menu do Vininha tem 11 variedades de sanduíches, que são vendidos em kits com valores entre R$ 18,90 (combo individual) e R$ 119,90 (combo para até 14 pessoas). A rede ainda aceita pedidos personalizados. Para dar conta do crescimento do negócio, Rodrigo Miranda vendeu 10% da rede para dois sócios em 2011, recebendo R$ 1 milhão. Com esse dinheiro, abriu uma fábrica com capacidade de produção de dois milhões de minissanduíches – o suficiente para abastecer 70 lojas.

Atualmente, a rede tem 26 franquias em operação e comercializa cerca de 600 mil minisanduíches. A expectativa é fechar o ano com até 100 novos contratos em todo o Brasil, em especial em Santa Catarina, no Paraná e em São Paulo.

Além do modelo tradicional de franquia, para quem quer abrir uma loja da rede, o Vininha oferece uma opção para quem quer investir no negócio, mas sem abrir uma unidade. Miranda explica que esse modelo funciona como um fundo de investimento, que vende cotas de R$ 25 mil.

Quem investe recebe um retorno de 1% líquido ao mês, mais uma indexação de R$ 500, também mensal. O fundo tem 228 cotas e já vendeu 70 delas. Com o dinheiro, Miranda espera criar centros de distribuição e otimizar a expansão. A rede faturou R$ 6 milhões em 2013.

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Fonte: PEGN

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