Financiamento de sonhos

Bancos oferecem diversas opções de créditos, investimentos e gestão de fluxo de caixa

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Em 1957, no município de Bom Jesus do Itabapoana, localizado no interior do Rio de Janeiro, na divisa que o estado faz com Minas Gerais e Espírito Santo, nascia a Xamego Bom, empresa de fabricação de doce de leite e sobremesas lácteas. Naquela época, já se destacava pelo alto padrão de qualidade de seus produtos e pelo eficiente sistema de distribuição.

Grandes, médias ou pequenas empresas, independentemente do ramo de atuação, recorrem aos diversos benefícios que os bancos oferecem. As necessidades podem variar: renegociação de dívidas, liberação de créditos, gestão do fluxo de caixa, pagamentos e recebimentos, entre outros.

Em 2016, o Brasil viveu um delicado ano de crise econômica que afetou a maior parte dos setores, alavancando a procura por desembolsos de algumas linhas de créditos nos bancos do país, como registrou o Santander.

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“Nas linhas de financiamentos de investimentos, são oferecidos prazos e carências bem elásticos, que permitem ao empresário desenvolver seu negócio e pagar sua operação dentro do seu fluxo de caixa”, diz Edmar Casalatina, diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil

A crise ainda faz com que as grandes empresas adiem investimentos. “O contexto atual é o momento indicado para o empresário avaliar também outros produtos financeiros que possam apoiá-lo em diminuição de custos, como gestão de fluxo de caixa, serviços de pagamento e recebimento automatizados. Além disso, ele também pode se preparar para não ter sobressaltos de gastos imprevistos por meio da contratação de seguros e previdência”, alerta Edmar Casalatina, diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil. “À medida que o mercado reaquece, as micro e pequenas empresas conseguem reativar mais rapidamente as suas atividades, ampliando investimentos e voltando a demandar mais crédito”.

Na contramão do pessimismo econômico, os setores de tecnologia da informação e de alimentação fora do lar registraram crescimento. O primeiro, além de viver um déficit de profissionais da área, cresceu 2,6% em 2016. O segundo setor, de acordo com as pesquisas da Fiesp, registrou um crescimento de 35%, impulsionado pela abertura de novos empreendimentos gastronômicos e pelas Olimpíadas.

Estratégico

O Santander escolheu o segmento de Pequenas e Médias Empresas como estratégico no Brasil e nos demais países onde está presente. O banco possui uma operação segmentada com modelos de atendimento preparados para dar suporte a diversos empreendimentos, desde startups até empresas com faturamento anual de R$200 milhões. A empresa que deseja obter os benefícios precisa ser cliente correntista do Banco e manter seus dados cadastrais e faturamento sempre atualizados.

Com o objetivo de atender esse público da melhor forma possível, o Santander possui gerentes treinados e certificados para entender as necessidades de cada cliente e oferecer a melhor solução de crédito, investimento e serviços, disponibilização de todos os canais de atendimento, além das agências: ATMs, Central de Atendimento, mobile e internet banking.
“Disponibilizamos o Programa Avançar. Por meio da plataforma, os clientes acessam conteúdo online gratuito como cursos e vídeos, além de ter à disposição um espaço para divulgar suas vagas e procurar funcionários. Além disso, oferecemos produtos e serviços para a internacionalização das PMEs, tanto para importar quanto para exportar”, explica Marcelo Aleixo, superintendente executivo de Pequenas e Médias Empresas do Santander.
Nos últimos anos, o banco lançou três produtos. O Giro Recompensa é um crédito parcelado que isenta a quitação das últimas parcelas para clientes adimplentes; o Giro Eletrônico é um crédito parcelado em até 24 meses cuja contratação é via internet banking, ATMs e call center e o Giro Franquias é um crédito parcelado destinado para franquias conveniadas ao Banco.

Em função do baixo crescimento da economia, em 2016 o Santander registrou crescimento nos desembolsos de algumas linhas de crédito. “Além disso, reforçamos nosso apoio ao empreendedorismo com duas novas linhas de crédito: Giro Franquias (em junho, anunciamos R$ 1 bilhão para o setor, sendo R$ 375 milhões com garantia do FAMPE) e Capital Avançar (em outubro, anunciamos R$ 300 milhões empreendedores com grande potencial de crescimento)”, explica Aleixo.

“Nosso propósito é contribuir para que as pessoas e empresas prosperem. Sendo assim, continuaremos a apoiar o segmento de PMEs, com a oferta de produtos e serviços, além do fortalecimento do Programa Avançar, em que levamos desenvolvimento para os sócios e seus funcionários”, finaliza.

Apoio

O Banco do Brasil vem constantemente aperfeiçoando o apoio que oferece ao segmento de Micro e Pequenas Empresas (MPE), ou seja, aquelas com faturamento de até R$ 25 milhões, de modo a facilitar o dia a dia dos empresários e prestar um atendimento especializado e alinhado com as novas tendências digitais.

Para isso, busca atender as mais diversas necessidades dos clientes por meio da disponibilização de soluções de crédito (conforme tabelas abaixo), apoio ao comércio exterior, gestão do fluxo de caixa, pagamentos e recebimentos (cobrança, pagamento de salários, afiação Cielo), renegociação de dívidas com o Portal Solução de Dívidas etc.
De acordo com Edmar Casalatina, diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, o cliente também tem à sua disposição o Gerenciador Financeiro Empresas, considerado um dos melhores aplicativos do mercado financeiro brasileiro. “Por meio do canal, é possível gerenciar a conta da empresa, liberar empréstimos, fazer pagamentos e outras transações, tudo pela internet e de qualquer lugar com o computador (versão web), tablet ou smartphone (versão mobile)”, explica.

O Banco do Brasil possui diferenciais como condições negociais atrativas das soluções de crédito (prazo, taxas, fundings direcionados ao segmento), ampla rede de atendimento, inclusive por meio de canais digitais, com gerentes especializados à disposição dos clientes.
“Nas linhas de financiamentos de investimentos, são oferecidos prazos e carências bem elásticos, que permitem ao empresário desenvolver seu negócio e pagar sua operação dentro do seu fluxo de caixa”, diz Casalatina.

Outra condição é que muitas linhas de crédito, principalmente de Capital de Giro e de Antecipação de Recebíveis, são operacionalizadas por meio de teto rotativo. Ou seja, depois de assinado e aprovado o contrato, as liberações de crédito são facilitadas, não havendo necessidade de o cliente formalizar nova operação com o BB.

Além disso, a maioria dessas soluções permite que o próprio cliente libere o crédito utilizando os canais digitais (computador, tablet e smartphone) ou pelos caixas eletrônicos do BB espalhados pelo país.

Duas das principais linhas de capital de giro oferecem ainda um benefício exclusivo, o Bônus Parcela em Dia. Com o atributo, os clientes que pagam em dia as prestações do seu empréstimo recebem de volta 10% do valor dos juros pagos, sendo creditado na conta-corrente no dia seguinte ao pagamento da prestação.

O Banco do Brasil atende também segmentos específicos como franquias. Os franqueadores e franqueados contam com o BB Franquia, que é um programa exclusivo criado para estimular e apoiar as empresas na expansão e modernização do sistema de franquias no Brasil, por meio de atendimento especializado, portfólio de produtos e serviços e apoio ao empreendedor com a disponibilização de site exclusivo (bb.com.br/empreendedor).

Atenta à competitividade e às mudanças no mercado econômico, o Banco do Brasil busca oferecer novidades. Em novembro de 2016, foi lançada solução de crédito que oferece capital de giro às empresas para o pagamento do 13º salário dos empregados. A linha possibilita o financiamento de até 100% da folha de pagamento acrescidos dos encargos sociais, sem comprometer o fluxo de caixa da empresa. O prazo de pagamento pode chegar a até 24 parcelas, com até 90 dias de carência para o pagamento da primeira prestação.
Em agosto, foram reabertas as contratações da linha de crédito BNDES Capital de Giro Progeren, que conta com funding do BNDES e oferece condições atrativas para as micro e pequenas empresas. O prazo de pagamento é de até 60 meses, incluindo até 12 meses de carência para pagar a primeira parcela. Para contratar o empréstimo, o empresário conta com a possibilidade de vincular os recebíveis da empresa (títulos, cheques e faturas de cartões) e/ou Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) do Sebrae, além de garantias pessoais e/ou reais.

A linha de crédito Proger Urbano Capital de Giro foi disponibilizada aos clientes pessoas jurídicas do Banco do Brasil em julho de 2016. Foram disponibilizados até R$ 2 bilhões para aplicação junto as micro e pequenas empresas. As contratações poderão ser realizadas até 31 de dezembro de 2017. A solução, que conta com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, apresenta como diferenciais a taxa de juros de TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) mais 12% ao ano – equivalente a 1,56% ao mês e prazo de até 48 meses, com carência de até 12 meses para pagar a 1ª parcela de capital, dependendo das garantias da operação.

Meios de financiamento

Além de meios para quitar ou parcelar dívidas e gerir o fluxo de caixa, o Itaú-Unibanco oferece financiamentos que permitem investimentos em médio e em longo prazo. O Crédito Direto ao Cliente (CDC) permite financiamento para aquisição de veículos (leves e pesados, novos e usados), máquinas e equipamentos (somente novos). É um produto fácil de contratar e com taxas competitivas. O valor financiado pode variar dependendo do perfil do cliente, tipo de bem, valor de entrada. O prazo para o pagamento é de no máximo 48 meses e pode variar de acordo com a necessidade do cliente. A taxa pré-fixada pode ser diferenciada, de acordo com o perfil do cliente.

Despesas como Tarifa de contratação, IOF, Gravame e Registro de contrato no DETRAN podem ser pagas à vista ou financiadas na operação, juntamente com o valor dos bens. O cliente deverá registrar em cartório os contratos de máquinas e equipamentos. As garantias exigidas são os próprios bens adquiridos.

Quem trabalha por conta própria, donos de pequenos negócios formais (com CNPJ) ou informais (sem CNPJ) há no mínimo um ano de funcionamento e que faturam até R$ 120 mil por ano, como, por exemplo, um salão de beleza, uma lanchonete ou um mercadinho, podem recorrer ao microcrédito, uma forma simples de aumentar a capacidade de produção sem a necessidade de possuir conta no banco. O valor do empréstimo varia conforme a necessidade do cliente, podendo variar de R$ 400 a R$ 14.200.

O prazo para pagar o empréstimo varia conforme o tipo de crédito: até 7 parcelas para capital de giro; até 12 parcelas para ativo fixo e até 12 parcelas para reforma. A aquisição do microcrédito não exige garantias e está disponível na grande São Paulo e na grande Rio de Janeiro.

Itaú-Unibanco
www.itau.com.br

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