Empresas alimentícias buscam internacionalização

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Empresas brasileiras de alimentação têm buscado novos planos. Entre eles, firmar novas parcerias, ter maior valor agregado ao nome da marca e entrar no mercado internacional.

Um exemplo dessas empresas é a Madero, uma rede de hamburgueria curitibana que possui planos de crescer fora do País. Outras empresas já entraram nesse mercado, como o Spoletto, Giraffas e Vivenda do Camarão.

São cerca de 50 restaurantes nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, destes 35 são próprios e o restante são franquias da rede Madero. Para atuar no mercado internacional, a marca prevê o investimento de US$ 1,4 milhão. Além disso, a estimativa é que a companhia feche 2015 com cerca de R$350 milhões, ante R$ 182,3 milhões faturados no ano passado.

A rede vai abrir a primeira unidade internacional em Miami ( EUA ). De acordo com Junior Durski, presidente da Madero, a empresa saber que terá desafios e irá adotar soluções diferentes para sobreviver fora do País. Uma das alterações está no cardápio, sendo os pratos com picanha que deverão ter inicialmente alguma mudança.

“Iremos reformular o prato para atender ao gosto dos consumidores norte-americanos. Teremos de oferecer opções de pratos mais magros e mais gordurosos”, conta Durski.

A Giraffas é uma das empresas que resolveram investir no exterior. No ano passado, a rede faturou US$ 1 milhão, apenas nos Estados Unidos. Atualmente, a Giraffas busca crescimento e profissionalização internacional. “A região se tornou um caminho natural, já que é o berço de várias redes de franquias. Lá, muitas marcas usaram os EUA como vitrine”, conta João Barbosa, CFO da marca nos Estados Unidos.

A rede possui um aporte de US$ 20 milhões na operação internacional, que atua apenas nos Estados Unidos. Com dez lojas em funcionamento, sendo cinco próprias, quatro transferidas para franqueados e uma que já nasceu como franquiais. Sete delas estão na Flórida, mas a intenção é se expandir.

“A alta do dólar atrapalhou a nossa capacidade de investimento. Aproveitamos este momento para intensificar o processo de reestruturação, mas analisamos mais duas unidades”,finaliza Barbosa.

Fonte: DCI ( matéria disponível no site)

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