Empreendedores investem em food service, mesmo na crise

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Mesmo passando por um período de crise econômica, muitos estabelecimentos do ramo alimentício estão investindo para continuar crescendo.

O restaurante cearense Coco Bambu, especializado em frutos do mar, possui quatro andares na filial paulista que está sempre lotada. Nos fins de semana, clientes esperam até duas horas para consumir as receitas. O restaurante foi criado no Fortaleza (CE) ,em 2008, por Afrânio Barreto e sua esposa, Daniela, que tinha dificuldade em encontrar um bom restaurante de frutos do mar no estado que tem a maior produção de camarões.

O Coco Bambu tem capital e processos 100% brasileiros, 16 unidades em operação e algumas unidades para inaugurar. Uma das previsões é inaugurar a unidade em Miami esse ano, e três unidades no Rio de Janeiro até 2016.

Chegar ao faturamento de US$$500 milhões até 2020 é uma meta ambiciosa da empresa. Para chegar a esses números, o Coco Bambu pretende lançar quatro unidades no Brasil e uma nos Estados Unidos a cada ano. Mesmo com as incertezas econômicas, como dólar em alta, assim como a inflação, e o baixo crescimento do PIB fizeram a empresa para de investir. “Tenho duas alternativas: agarro-me a todos esses índices, fico pessimista e não abro mais nada. Ou, continuo investindo e empreendendo como sempre fiz”, afirma Afrânio.

O Coco Bambu é um dos exemplos dos setores que mais crescem no Brasil, o food service. Esse negócio movimentou R$ 262,4 bilhões em 2013. De acordo com Sérgio Molinari, sócio- diretor na área de food service na GS& MD Gouvêa de Souza, o setor de alimentação fora do lar- food service- tem crescido em média 12% por ano, durante os últimos oito anos. Esse crescimento segue influenciado por alguns fatores que tem atingido países emergentes, como a urbanização e a renda do trabalhador. “Enquanto houver crescimento de um dos dois, esse mercado continuará avançando”, explica.

Fonte: Forbes Brasil

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