E-commerce entre fornecedores e operadores.

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Ao longo de 2019, um dos temas que foram mais discutidos no food service brasileiro foi o avanço do tema e-commerce no abastecimento aos operadores.
Destaco esse aspecto do e-commerce porque já não é novidade destacar o vertiginoso crescimento do e-commerce junto ao consumidor, especialmente falando de plataformas como o iFood, Uber Eats, Rappi, Delivery Much etc.
Se em 2019 a discussão foi intensa sobre o comércio eletrônico entre fornecedores e operadores, é seguro prever que 2020 será marcado por uma aceleração expressiva na implantação de projetos, sejam proprietários, sejam marketplaces, ou outras variações.

Vale comentar que já viramos 2019 para 2020 com mais acima de uma dezena de iniciativas importantes em operação.
Compra Foodservice, iFood Shop, Menu.com, entre outros, são alguns dos diversos exemplos de marketplaces que já ganham tração no mercado.
Ao mesmo tempo, alguns grandes distribuidores também encorpam a lista daqueles que implementam suas plataformas próprias, como Makro Food Service, Irmãos Avelino / Bid Food.
Mais sinais: 3 entre o 4 principais distribuidores de food service do mundo (Sysco, US Foods, GFS) já têm entre 78 e 86% de seus clientes utilizando suas plataformas online!
Há muito a aprender, discutir e aprimorar nesse campo, mas gostaria de propor ao menos dois pontos de atenção:

1. E-commerce b2b é muito, muito mais do que imaginar apenas mais um canal de captura de pedidos, como alguns players teimam em acreditar ser;

2. E-commerce entre fornecedores e operadores passa, no mínimo, por duas transformações radicais: nos modelos de relacionamento e na gestão de informação.
A questão central a ser compreendida é que a transformação que já está em curso ocorre em velocidade digital e exponencial, enquanto a grande parte das empresas está se preparando em velocidade analógica.
Um ano emocionante chega!

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