Direção certa

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Quando se fala em uma boa gestão, são muitos os argumentos e ideias que giram em torno do assunto. Muitos deles são bastante pontuais, visam estabelecer metas e benefícios apenas para problemas bastante específicos. Outros são mais abrangentes, capazes de prever ocasiões adversas e anteceder conflitos, trazendo mais segurança.

Em todos os casos, pode-se dizer que a preocupação existe, é válida e, analisando cada cenário em especial, também pode ser eficaz – lembrando, é claro, que isso não é uma regra. No entanto, o que pouco se fala ou, quando se fala, não costuma se transformar em ações verdadeiramente frutíferas, é na alternativa.

Ter uma nova carta na manga pode até mesmo parecer óbvio, no entanto, não é bem isso o que se verifica na prática. Em várias vezes, o que é visto dentro das organizações é a exaltação ou mesmo a busca por um diferencial competitivo, mas uma rotina engessada e pouca vontade de promover mudanças ou identificar alternativas que possam valer mais a pena.

No momento em que se entende a importância de não somente de exaltar determinadas atitudes ou qualidades, mas, sim, transformá-las em uma prática igualmente eficaz e estratégica, o retorno que se tem disso pode ser bem maior do que o imaginado. No dia a dia, no trabalho que é executado dentro das empresas, as alternativas precisam ser uma realidade constante no pensamento e rapidamente executadas nas oportunidades – que se estabelecem ou precisam ser criadas.

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