Destaque entre os salgados

0
Destaque entre os salgados

Quibe é a estrela de diversos cardápios e ganha novos
tipos de abordagens

Destaque entre os salgados
Reginaldo Morikawa, diretor superintendente da Korin, diz que “os consumidores do quibe e de toda a nossa Linha Praticidade são aqueles que procuram por comidas práticas, porém com a preocupação de estar comendo o alimento mais natural possível”, afirma

Dificilmente um estabelecimento como uma padaria ou uma lanchonete não comercializa quibe. O salgado é comumente encontrado também como prato dos cardápios de restaurantes e bares. Grandes marcas e indústrias produtoras de carne também oferecem o quibe em seu portfólio na versão congelada. Daí é só fritar ou assar em casa, em eventos, em festas e confraternizações.
O quibe pode ser frito, assado e até mesmo ser servido cru. Nas vitrines, ele disputa com os tradicionais salgados como coxinhas, pastéis, risoles, entre outros. Porém, o sucesso do quibe tem se destacado e refletido nos lucros desses estabelecimentos e nas vendas do item congelado de diversas marcas produtoras.

Linha

A Korin é uma empresa brasileira, fundada em 1994, com visão empresarial baseada na filosofia e no método de Agricultura Natural de Mokiti Okada, que privilegia o perfeito equilíbrio entre preservação e uso dos recursos naturais.
“Nosso quibe é produzido a partir da Novilha Sustentável do Pantanal Korin: bovinos criados em áreas de campo preservadas, sem adição de ureia na alimentação, mantendo todas as características da carne Korin e com a praticidade que o consumidor necessita. O quibe faz parte da Linha Sustentável da Korin, que contém produtos saudáveis e seguros, a caminho da Agricultura Natural, com as possíveis características: sem aditivos químicos, sem quimioterápicos, sem conservantes, economicamente viáveis, ecologicamente corretos, socialmente justos, culturalmente aceitos, com bem-estar animal, dentro de um comércio justo”, diz Reginaldo Morikawa, diretor superintendente da Korin.
Reginaldo também salienta que o quibe é um produto que o consumidor aceitou muito bem. “Dentro da família e da praticidade Korin (que conta também com almôndega, patê de frango, hambúrguer, entre outros), hoje ele é o terceiro produto mais vendido em volume e o segundo com o maior faturamento dentro do grupo. O quibe Korin em lanchonetes e restaurantes cai bem em couverts e porções, sendo uma excelente opção de comida de boteco”.

Destaque entre os salgados
Quibe de cereais ancestrais servido no Le Manjue Café

O diretor superintendente da Korin também diz que “os consumidores do quibe e de toda a nossa Linha Praticidade são aqueles que procuram por comidas práticas, porém com a preocupação de estar comendo o alimento mais natural possível”, afirma.
Reginaldo comenta que para quem revende o quibe Korin, a vantagem é um produto bem-aceito pelo consumidor e de alta qualidade, além de ser um item feito com carne bovina orgânica.
A empresa produz e comercializa linhas orgânicas e sustentáveis de origem animal e vegetal como frangos, ovos, carne bovina, arroz, café, mel entre outros, e é pioneira no Brasil na produção de frangos e ovos livres de antibióticos.

Segmento

O quibe vegano de cereais ancestrais está inserido no segmento de pratos plant- based do cardápio do Le Manjue. Essa nova tendência mundial tem como principal característica o consumo de alimentos de origem vegetal e, na maioria das vezes, em sua forma primária.
“O quibe é feito com quinoa, painço e sorgo, que são cereais nutritivos e presentes em dietas alimentares. Os grãos são envolvidos em biomassa de banana verde, suco de Cambuci, cebola, hortelã, salsa e especiarias, e é servido com bionese de avocado e alecrim. O prato, além de vegano, é livre de glúten”, destaca Renato Caleffi, chef e sócio do restaurante Le Manjue.
Nos restaurantes da marca, o quibe acompanha salada de folhas verdes com molho de cebola confit em caramelo de balsâmico, legumes da estação ralados, tomatinhos frescos e amêndoas. Já nos cafés, ele é servido como um salgado e também acompanha bionese de avocado e alecrim.
O chef explica que os grãos ancestrais ganham esse nome por serem plantados e colhidos da mesma forma há milhares de anos. Também mantêm as mesmas propriedades nutricionais de milênios, ricos em proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas e antioxidantes.
“O prato é um dos carros-chefes da casa, pois representa os estilos de vida vegano, plant-based e de alimentação saudável. Além disso, as vantagens que trazem os cereais ancestrais para o corpo, como rápida fonte de energia, melhora na saúde cardiovascular, fortalecimento do sistema imunológico, entre outras, também são um incentivo para provar o prato”, afirma.

Destaque entre os salgados
Renato Caleffi, chef e sócio do restaurante Le Manjue, diz que o prato com quibe, além de vegano, é livre de glúten

O Le Manjue, segundo Renato, muitas vezes, é visto como um restaurante designado para os fãs de orgânicos e aqueles que aderiram a uma dieta fitness por conta da disponibilidade e variedade de pratos nesse estilo, mas, mesmo assim, todos os públicos frequentam a casa, pois os pratos contam com muito sabor e autenticidade.
E por que oferecer quibe no cardápio do estabelecimento? “É uma ótima opção plant-based e vegana, com brasilidade e alta biodiversidade cultural, além de ser uma receita rica em antioxidante e magnésio, que está relacionado a toda reação bioquímica do nosso corpo”, responde o chef.
O restaurante surgiu em 2008 pelos sócios Bruno Amaro e Renato Caleffi, apaixonados por sustentabilidade e qualidade de vida. Um bate-papo informal fez nascer a ideia de abrir um restaurante em que a culinária fosse 100% saudável, orgânica, funcional e com o sabor refinado. Mais tarde, o sócio Rafael Miranda entrou para o time.
Pioneiro e referência nacional na culinária orgânica, quem assina as receitas da casa é o chef Renato, que realiza um cardápio repleto de aromas, cores e sabores com ingredientes puros e autênticos.
O Le Manjue nasceu na Vila Madalena e lá esteve por dois anos. Em seguida, mudou de endereço para um espaço maior, chegando a Vila Nova Conceição. Em setembro de 2017, foi a vez de o Jardins ganhar uma unidade da marca. Em 2018, a novidade foi a abertura do Café Le Manjue com unidades no Jardins, shopping JK Iguatemi. A última casa a abrir as portas foi o café na Vila Nova Conceição, em 2019. Todas situadas em São Paulo, capital.

Características

A chef Anny Maia diz que o quibe do Maallak Culinária Árabe é úmido e saboroso, recheado com carne, nozes, tempero e especiarias típicas árabes e toque especial da casa.
“No restaurante, o quibe é servido cru, ideal para acompanhar entradas frias, como coalhada, chancliche e babaganouch com pão sírio e torradas”, diz.
A chef Anny Maia acrescenta ainda: “Os nossos clientes têm dado um feedback extremamente positivo e agradável. O quibe é consumido em todas as refeições, almoço e jantar. Acompanha muito bem saladas, Mjadra de lentilha e Arroz Sírio (feito com aletria)”, sugere a chef.
O público consumidor do quibe do Maallak é diversificado, de crianças a idosos. Anny também salienta que “os benefícios de oferecer tal produto são que conseguimos ofertar muita qualidade e diferencial para os clientes. Não é um quibe que se encontra facilmente em outro lugar. Por isso, temos cuidado ao produzi-lo e manter a receita original. Atualmente, nosso próprio cliente nos classifica como um dos melhores quibes de São Paulo”.
Com cardápio marcado por receitas que foram passadas de geração em geração, o Maallak Culinária Árabe tem, no menu, receitas familiares que foram adaptadas pela chef Anny Maia e surpreendem pelo tempero marcante sem perder o tradicionalismo da cultura árabe.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

oito − 4 =