COVID-19: 2020 fechado para balanço?

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O ano de 2020 está chegando ao fim. É impossível não se lembrar deste ano como um dos mais atípicos já vividos pela população mundial. O motivo atende por um nome seguido de um número: COVID-19.
Durante os meses que se passaram, muitas foram as mudanças, seguidas por incertezas e números que assombraram (e que continuam) diante dos inúmeros casos que surgem a cada dia ao redor do globo.
Apesar do desenvolvimento de vacinas por diversos países, a verdade é que sabe-se muito pouco sobre o novo coronavírus, o que torna qualquer previsão para que o cenário se normalize ainda mais impreciso. Afinal, quem garante que não haverá uma segunda onda da pandemia?
Em países como a Polônia e a República Tcheca, pertencentes ao continente europeu, já são contabilizados novos recordes de casos de COVID-19, o que nos faz presumir que o novo vírus ainda está longe de ser contido pelas autoridades e agentes da saúde.
Diante disso, empresários de diversos ramos, a incluir o de food service, se veem mais uma vez em uma encruzilhada. Mesmo com índices favoráveis ao comércio brasileiro, como a redução no número de fechamento de empresas, a problemática da pandemia nos faz refletir se realmente esses indicadores serão mantidos, mesmo com a distante estabilização das transmissões em todo o território nacional.
O fato é que em grandes capitais, como Belo Horizonte, a flexibilização do comércio trouxe uma perspectiva de melhora, ainda que pequena, aos empresários. No ramo de alimentação fora do lar, por exemplo, a reabertura de bares, restaurantes e lanchonetes voltou a movimentar a economia, mesmo que pouco expressiva em relação ao cenário comum.
Em contrapartida, serviços de delivery (aumento de 94% no Brasil) e e-commerce (51%) cresceram exponencialmente, fazendo com que as empresas optassem por estratégias alternativas para manter o negócio funcionando.
No entanto, o desafio perante o aumento de casos em alguns países ao redor do mundo permanece. Se a situação piorar no Brasil, o importante é a flexibilidade do empresário de adaptar o seu negócio ao contexto da pandemia, sempre prezando por estratégias que minimizem as perdas mais expressivas em seu investimento.
Aqui, o que vale é a criatividade, principalmente para se investir em novas tecnologias de food service, como cardápio digital e pontos de venda eletrônicos, ferramentas que podem ser trabalhadas em um cenário de COVID-19, proporcionando aos clientes uma experiência diferenciada e não menos eficaz. Aliás, investir em divulgação da marca também nunca foi tão preciso.
Seja qual for o rumo tomado pelo ano que se aproxima, o importante é estar preparado e estar aberto às novas estratégias para contornar os prejuízos gerados pelo novo coronavírus, que ainda é uma incógnita a nível global.

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