Antes que seja tarde demais

Surge um novo tipo de consumidor, mais antenado e preocupado com a procedência daquilo que ingere; pesquisas avançam no sentido de melhorar a oferta para essas pessoas

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Ideias sobre o futuro são o que não faltam atualmente, nos mais diferentes meios e entre pessoas diversas. Dos carros voadores ao domínio do homem pelas máquinas, dos pensamentos mais positivos aos mais catastróficos, todo mundo parece ter uma ideia sobre o que possivelmente aguarda a humanidade. E, em praticamente todas essas ponderações, a questão alimentar está presente, de maneira direta ou indireta.

Nos últimos anos, muito se tem discutido, por exemplo, sobre a água – ou a falta dela. Determinadas projeções dão conta de que, em alguns anos, ela pode não ser um dos elementos naturais mais comuns de se encontrar por aí e, dada a sua importância, isso poderia comprometer a vida na terra. O aquecimento global e até mesmo o sumiço das abelhas também têm sido motivos de preocupação que se relacionam ao meio ambiente e à área alimentar, gerando várias pesquisas sobre esses temas.

Além disso, há também as tendências de consumo que são verificadas em todo o mundo. Se antes o consumidor, muitas vezes, não era tão exigente, hoje ele está cada vez mais atento a diversas questões. A procedência da comida, as receitas, a forma como elas agem no corpo, entre outros fatores, têm feito com que ele se torne cada vez mais seletivo e, dessa forma, a indústria de alimentos tem visto a necessidade de se modificar para atender a uma nova demanda. Nesse sentido, diversos estudos têm sido realizados para saber quem são esses indivíduos e o que eles esperam das empresas e de suas ofertas de produtos.

Procura

Redução de determinados ingredientes e adição de outros têm sido foco de estudos atuais

A busca por uma alimentação mais saudável é algo bastante real nos dias de hoje, inclusive entre os brasileiros. Muitos deles têm lido mais os rótulos, pesquisado sobre o que cada item significa e também a respeito dos impactos deles no dia a dia. Um mercado promissor, inclusive, surge daí.

Sendo assim, pesquisas são realizadas para que se possa produzir novos itens, que estejam de acordo com os desejos de variados consumidores. Alunos do curso de Tecnologia em Alimentos da Faculdade de Tecnologia Termomecanica, da Fundação Salvador Arena, por exemplo, desenvolveram estudos com foco na redução de sódio e gorduras e na adição de fibras e vitaminas em alimentos que fazem parte das refeições cotidianas das pessoas no país.

“Nossos alunos estão sempre atentos ao que acontece no mercado de trabalho, e os temas surgem a partir das questões mais atuais que envolvem o consumidor e a indústria alimentícia. Na Faculdade de Tecnologia Termomecanica, as pesquisas são realizadas durante o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso e estruturadas com base nas linhas de pesquisa da instituição”, relata Márcia Edilamar Pulzatto, coordenadora dos cursos de Tecnologia e de Engenharia de Alimentos e do Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPE) da Faculdade de Tecnologia Termomecanica – FTT.

As pesquisas são feitas no Laboratório de Alimentos da FTT, no Centro Educacional, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo. Além disso, um grupo de consumidores dos itens desenvolvidos também participa das avaliações sensoriais e, ainda, das pesquisas de intenção de compra.

“Essas pesquisas dão oportunidade ao aluno de aplicar o seu conhecimento teórico em um tema prático e de estudar temas relevantes para o mercado de trabalho, além de dar a oportunidade de o estudante vivenciar a profissão que escolheu e saber se a pesquisa é a vocação dele”, ressalta a profissional.

Entre os produtos que foram desenvolvidos por esses estudantes está a barra de cereal enriquecida com ácido fólico e vitamina B12. O produto é capaz de atender parte do consumo diário que é estabelecido para adultos e gestantes. O foco está na prevenção de doenças como hiper-homocisteinemia, anemia e defeitos no tubo neural.

A linguiça com semente de chia também teve a sua vez. O gel de chia substitui, de maneira parcial, a gordura da linguiça toscana, fazendo, assim, com que o item ganhe uma versão mais saudável. Já o bolo com biomassa de banana verde integral ganha destaque pelo fato de esse ingrediente usado na sua composição possuir uma quantidade significativa de amido resistente. Trata-se de uma espécie de fibra que não é possível de ser digerida pelo aparelho digestivo, servindo, dessa maneira, de alimento para bactérias que fazem bem ao intestino e contribuindo para o desenvolvimento da microbiota intestinal.

Outro produto desenvolvido nas pesquisas foi a salsicha com baixo teor de gordura, que conta com uma qualidade nutricional que é maior do que aquela verificada nos itens tradicionais. O suspiro diet rico em fibras também é uma novidade: ele não conta com sacarose e é enriquecido com fibra que coopera com a regulagem de lipídeos ingeridos, diminuindo o colesterol e também a velocidade de absorção do açúcar.

Por fim, o sorvete rico em fibras e com baixo teor de gordura tem adição de fibra frutooligossacarídeo. Com isso, há uma maior absorção de cálcio. O sistema imunológico é estimulado. Cresce o número de bactérias que são benéficas e diminui o número das patogênicas. Também há a redução do tempo de tráfego gastrointestinal, elevação da quantidade de bolo fecal, auxílio na tolerância à glicose, diminuição dos níveis plasmáticos de colesterol e triglicerídeos e efeito anticancerígeno.

“Alimentação saudável é um tema muito atual, e essas pesquisas podem despertar o interesse da indústria alimentícia. A Faculdade de Tecnologia Termomecanica é frequentemente pro-curada por empresas que estão em busca de parcerias com instituições de ensino superior. Por meio dos Trabalhos de Conclusão de Curso, assim como dos projetos que surgem do nosso Núcleo de Pesquisa e Extensão, divulgamos os cursos superiores oferecidos pela FTT, nos aproximamos da indústria alimentícia e temos inspirações para outros estudos – um deles foi o desenvolvimento de um tipo de mortadela com 33% menos sódio que o produto tradicional, vencedor da segunda edição do Prêmio Instituto Ajinomoto de Pesquisa.

A parceria entre instituições de ensino e empresas é fundamental para a formação profissional. É uma via de mão dupla: sabemos o que a indústria está desenvolvendo, sabemos das suas necessidades, atendemos a demanda e, ao mesmo tempo, a indústria está ciente das pesquisas da academia. A conjunção entre esses dois setores reforça o desenvolvimento dos produtos que são colocados no mercado, facilita a resolução de problemas na indústria e contribui para o progresso na área”, afirma Márcia.

A profissional destaca que o consumidor está cada vez mais atento aos produtos que ele adquire e a questões como saúde, segurança e também sustentabilidade. Para Márcia, esse tipo de pesquisa que foi feita pelos alunos da instituição contribui para que se possa haver o atendimento das necessidades do mercado e do consumidor. Ela ressalta que já existe uma preocupação muito grande e um trabalho conjunto entre a indústria de alimentos e os órgãos que trabalham com a regulamentação do setor para a redução de gordura, de sódio, para a adição de fibras e também para o aproveitamento de subprodutos. Assim, os estudos realizados pelos alunos da Faculdade de Tecnologia Termomecanica estão diretamente relacionados a isso. Eles contribuem com a transformação no perfil de consumo e no atendimento da indústria aos órgãos regulamentadores.

“É necessário ter muito cuidado no desenvolvimento dessas pesquisas, pois os resultados poderão ser utilizados pela indústria. Fazemos um estudo com foco na alimentação saudável, mas, para que o produto seja consumido, ainda é preciso complementar as pesquisas e validar o alimento. São testes com o público-alvo para ter certeza da segurança desse alimento, para que não ofereça risco ao consumidor. Os nossos alunos e professores realizam pesquisa bibliográfica e revisam o que já foi publicado para que tenham embasamento teórico. Em seguida, eles definem as etapas de desenvolvimento do trabalho, escolhem a metodologia apropriada e realizam avaliações sensoriais. É preciso ter muita responsabilidade para analisar os dados e escrever os resultados, assim como em qualquer outra pesquisa”, diz.

A instituição, conforme a profissional detalha, conta com o Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPE), que é um setor que foi criado para poder despertar o interesse dos professores e também dos estudantes para o desenvolvimento de pesquisas à nível de iniciação científica. O NUPE seleciona projetos com temas que são relacionados às linhas de pesquisa da faculdade e de cada um dos cursos que ela oferece. Os projetos são analisados por uma comissão que leva em conta a parte técnica e a produção científica do professor ou do aluno que está propondo-os, com o intuito de identificar quem tem vocação de pesquisador e quais são os projetos que têm caráter de iniciação científica. Ainda segundo Márcia, esse é um dos desafios principais: despertar o interesse pela pesquisa e, ainda, tornar a FTT mais conhecida e atrair a atenção das organizações, o que possibilita parcerias. A ideia é criar uma cultura de produção científica, tornando, assim, a FTT e os cursos cada vez mais conhecidos.

“Nós temos um corpo docente com característica de pesquisador, e os professores incentivam os alunos a pesquisar. Os estudantes estão sempre muito atentos ao que acontece no mercado de trabalho, e a escolha desse tema é uma prova disso. Eles estão constantemente, por conta própria e/ou por intermédio da FTT, pesquisando novidades no mercado, o que é preciso para melhorar as informações a esse respeito, o que o consumidor está buscando. Esses fatores são características que justificam o porquê de trabalharmos tanto com esse tema”, ressalta Márcia.

A instituição espera continuar com o desenvolvimento de produto e processo, focar na saudabilidade e na sustentabilidade, entre outras questões arelacionadas a esse universo. As pesquisas deverão continuar atendendo à redução de sódio e de gordura, o desenvolvimento de produtos diets, a substituição de ingredientes, a adição de vitaminas e o menor desperdício.

“O objetivo é estimular e propiciar cada vez mais aos nossos alunos o desenvolvimento de trabalhos que possam contribuir com a indústria, aproximar os nossos estudantes do mercado de trabalho e também atuar em prol daquilo que o mercado está precisando: profissionais que têm foco nas questões que vão atender as mudanças no hábito de consumo”, salienta ela, que finaliza falando a respeito do intuito da Faculdade de Tecnologia Termomecanica. “É formar profissionais de excelência, que além de formação técnica e científica, se preocupam com a transformação social. No caso de tecnólogos e engenheiros de alimentos, o objetivo é formar profissionais éticos, que se preocupam com o meio ambiente, com a saúde do consumidor e que não pensam somente na questão da produção, mas que pensam em todas as questões que estamos vivendo hoje”, afirma.

Organizações preparam estruturas especiais para o desenvolvimento de estudos e para a prática de ações

Desenvolvimento

Neste ano, a matriz japonesa da Yakult completa 82 anos de história. Desde o seu início, em 1935, época em que o médico Minoru Shirota criou o leite fermentado com o Lactobacillus casei Shirota, que a marca se preocupa em desenvolver alimentos que contribuam para a saúde e para o bem-estar das pessoas em todo o mundo.
Para que isso seja uma realidade na empresa, é mantido o Instituto Central Yakult, em Tóquio, no Japão. No local, é realizada uma série de estudos ligados ao intestino humano. A marca está presente em 33 países, o que inclui escritórios de representação, e conta com cerca de 47 mil Yakult Ladies (representantes autônomas) no Japão e 33 mil em outros 11 países. No mundo todo, o produto é consumido todos os dias por mais de
35 milhões de pessoas. A fábrica no Brasil fica localizada em Lorena, em São Paulo, e produz uma média de 2 milhões de frascos de Leite Fermentado Yakult com Lactobacillus casei Shirota, sendo uma das mais modernas da marca no mundo.

“O médico e pesquisador japonês Minoru Shirota, fundador da Yakult, era um defensor da Medicina Preventiva, e uma das suas grandes preocupações era oferecer, ao povo de seu país, um produto que pudesse auxiliar na prevenção das doenças. Na época em que começou as pesquisas com bactérias láticas, eram comuns as infecções intestinais no Japão, e o médico tinha como objetivo encontrar uma fórmula que pudesse prevenir essas infecções. Outro conceito do cientista era manter a longevidade através do intestino saudável, uma vez que acreditava que o órgão tinha papel importante na manutenção da saúde. Em 1930, após anos de contínuas pesquisas, Minoru Shirota selecionou uma espécie de lactobacilos resistentes à acidez do estômago e que, ao chegarem vivos e em grande quantidade ao intestino, inibiam a proliferação de bactérias nocivas e promoviam o equilíbrio da microbiota intestinal. Esses microrganismos revolucionaram todos os conceitos da área de saúde e foram denominados Lactobacillus casei Shirota. Em 1935, o médico desenvolveu o Leite Fermentado com Lactobacillus casei Shirota e fundou a empresa Yakult”, conta o vice-presidente da Yakult do Brasil, Atsushi Nemoto.

O profissional relata que até hoje a empresa dá continuidade às pesquisas com a cepa L. casei Shirota no Instituto Central Yakult, que foi inaugurado no ano de 1955 na cidade de Kyoto, no Japão. No início, o local se chamava Shirota Research Institute. Foi no ano de 1967 que o instituto foi transferido para Tóquio. O lugar passou por diversas ampliações para o aumento da capacidade em pesquisa e em desenvolvimento, que tiveram a sua conclusão no mês de abril do ano passado. Mas não aconteceu somente uma ampliação física: houve, também, uma reestruturação nos laboratórios para permitir a expansão das áreas de estudos e ter mais rapidez e capacidade de pesquisa e de desenvolvimento de itens. Cada um dos prédios adquiriu equipamentos de última geração. Também foram criados laboratórios funcionais para serem independentes. Os pesquisadores do Instituto Central atuam no desenvolvimento de pesquisas aplicadas não somente no que diz respeito aos alimentos, mas também nas áreas de medicamentos e de cosméticos para os produtos que são comercializados em todo o mundo.

“As pesquisas oferecem mais segurança para a empresa de que está desenvolvendo produtos que vão beneficiar a saúde das pessoas. Esse é o princípio da Yakult desde a fundação e se mantém até hoje. Por meio das pesquisas, os cientistas também têm conseguido demonstrar, cada vez mais, os inúmeros benefícios dos microrganismos probióticos para a saúde intestinal e para a prevenção de algumas doenças. Com o desenvolvimento de novas tecnologias de investigação, tem sido possível comprovar que a longevidade está mesmo relacionada a um intestino saudável, mas também tem sido possível entender como a saúde intestinal afeta o sistema imune”, afirma o profissional.

Ele explica que o termo probiótico tem origem grega e significa “para a vida” e vem sendo empregado das mais diversas maneiras ao longo dos últimos anos. Ainda conforme Nemoto ressalta, o Leite Fermentado Yakult foi o primeiro produto com microrganismos probióticos de toda a história, antes até mesmo de o termo ter sido criado. “Embora os iogurtes também contenham bactérias vivas, que garantem a fermentação, para ser considerado um alimento probiótico é necessário que esses microrganismos passem pelo estômago e cheguem vivos ao intestino. A Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com a Food and Agriculture Organization (FAO), definiu em 2011 que probióticos são ‘microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro’. O diferencial do Leite Fermentado Yakult em relação aos demais produtos do gênero no mercado é a alta resistência dos Lactobacillus casei Shirota na passagem pelas barreiras naturais do organismo – os sucos digestivos. Por isso, os Lactobacillus casei Shirota conseguem chegar vivos em maior quantidade ao intestino, promovendo uma atividade intestinal mais saudável e estimulando o aumento da imunidade”, afirma ele.

De acordo com o profissional, é de fundamental importância entender aquilo que o consumidor deseja e procurar atender as suas necessidades. Segundo ele, uma das provas disso na empresa foi o lançamento, em 2016, do Yakult 40 light, leite fermentado com 40 bilhões de L. casei Shirota e que conta com somente 30 calorias, que visa atender aquelas pessoas que querem manter uma restrição do consumo de calorias. “Também lançamos, em janeiro de 2014, o Sofyl Baunilha Light, uma sobremesa láctea fermentada com L. casei Shirota, que tem como foco atender a esse público que escolheu ter uma vida mais leve. Além dos nossos leites fermentados – atualmente são três versões: Leite Fermentado Yakult para toda a família, Yakult 40, mais voltado a idosos e pessoas de vida agitada; e Yakult 40 light –, temos uma linha de sucos muito saudáveis e sem conservantes (Tonyu, com extrato de soja; Yodel, um produto fermentado com suco de frutas; e Suco de Maçã); uma linha de alimentos adicionados de nutrientes essenciais que auxiliam na reposição de vitaminas para o público adulto: Taffman-EX (para homens) e Hiline F (para mulheres); e a linha Sofyl, que, além do Baunilha Light, também pode ser encontrada nas versões tradicionais nos sabores baunilha, morango e uva verde”, frisa.

Nemoto ressalta que a marca entende que há uma preocupação crescente das pessoas, em várias partes do mundo, em relação à alimentação. Ele afirma que os indivíduos estão mais preocupados em consumir alimentos que sejam saudáveis, com baixa caloria, sem conservantes e que contem, ainda, com comprovação científica de seus benefícios. “A linha de alimentos da Yakult tem essa característica e esse objetivo: ajudar as pessoas a ter mais saúde por meio da alimentação. Vamos continuar nesse caminho”, finaliza.

Transformações

Outra empresa que tem se preocupado em atender às novas necessidades de consumo e da sociedade é a Pepsico, que lançou a sua agenda de sustentabilidade de 2025. Os esforços da marca estão voltados para a criação de uma relação mais saudável entre as pessoas e os alimentos.

Os planos da organização têm como base as pesquisas científicas atuais, as expectativas dos consumidores, diálogos com as principais partes interessadas e a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

A empresa possui várias metas para o ano de 2025. Entre elas, está a de ter pelo menos dois terços de seu portfólio global de bebidas ocupados por produtos que terão 100 calorias ou menos açúcares adicionados por porção de 355 ml. Além disso, no mínimo três quartos do portfólio global de alimentos deverão ter no máximo 1,1 grama de gordura saturada por 100 calorias e no máximo 1,3 miligrama de sódio por caloria.

Outra meta é a taxa de crescimento das vendas dos chamados produtos de Nutrição Diária tornar-se superior à taxa de crescimento das vendas no saldo do portfólio da marca. Essa linha conta com itens que têm grãos integrais, frutas, legumes, hidratação, latícinios e proteínas. Além disso, consumidores e comunidades carentes deverão ter acesso a no mínimo três bilhões de porções de alimentos nutritivos e bebidas.

Os itens da marca são consumidos mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios ao redor do globo. A receita líquida da empresa foi de US$ 63 bilhões em 2015. A organização conta com 22 marcas, que, por sua vez, geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas estimadas por ano.

A Pepsico está no Brasil desde o ano de 1953 e é uma das principais organizações de alimentos e bebidas do país. São 15 plantas e aproximadamente 100 filiais de vendas em todo o território nacional, sendo mais de 13 mil colaboradores. Desde o ano de 1997, a empresa tem uma parceria estreita com a Ambev – Companhia de Bebidas das Américas – , para a comercialização, produção e distribuição de Pepsi, H2OH!, Gatorade, Lipton Ice Tea e Mountain Dew. Até o ano de 2030, a empresa espera, ainda, reduzir em 20% as emissões de gases de efeito estufa em toda a sua cadeia de valor, incluindo também a oferta de produtos agrícolas.

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