Bem-Estar: Saúde humana e financeira

Preocupação com a saudabilidade faz aumentar o consumo de peixes e frutos do mar

Os peixes e frutos do mar, de forma geral, são vastamente consumidos em todo o globo. Existem diversas espécies de peixes de águas doces e salgadas e, também, várias espécies de frutos do mar. Eles são consumidos diariamente por milhões e milhões de pessoas ao redor do planeta, compondo refeições em inúmeros pratos da gastronomia mundial. Cada região e cultura têm seu modo de preparo. São infinitas combinações.
No campo da área de alimentação fora do lar, por causa da altíssima demanda e aceitação dos consumidores finais, tais produtos costumam ser bastante lucrativos, já que se trata, de forma geral, de um tipo de alimento de fácil preparo, que é saboroso e nutritivo. Diversas empresas especializadas em peixes e frutos do mar disponibilizam em seus portfólios opções para consumo de várias espécies de pescados.

Alasca

A agência governamental Alaska Seafood Marketing Institute (ASMI Brasil) é responsável pela promoção da indústria pesqueira do estado norte-americano do Alasca. O objetivo da empresa é aumentar cada vez mais o consumo dos peixes do Alasca e atender a demandas específicas do mercado brasileiro, dos restaurantes e do consumidor, apresentando opções de peixes selvagens, naturais e sustentáveis para o consumo local.
Carolina Nascimento, consultora de negócios internacionais da ASMI Brasil, inicia dizendo que, provenientes da costa do Alasca, entre o Mar de Bering e o Golfo, uma das regiões mais preservadas do mundo, as cinco espécies de Salmão Selvagem do Alasca (Real, Vermelho, Prateado, Keta e Rosa), o Cod do Alasca (espécie Gadusmacrocephalus), a Polaca do Alasca, o Halibut (em português, Alabote do Alasca), as diversas espécies de peixes Solha e o Black Cod ou Guindara do Alasca, fazem parte de um seleto grupo de frutos do mar e peixes selvagens de muito prestígio no mercado gastronômico, que diferentemente dos peixes criados em cativeiros, tem baixo teor de gordura saturada e muito ômega-3.
“Esses alimentos são naturais, sustentáveis e selvagens. Combinam com qualquer tipo de gastronomia mundial. Chefs e restaurateurs de cozinhas internacionais premiadas já são extremamente familiarizados com ambas as espécies, já que se trata de peixes muito sofisticados”, diz.
Carolina também relata que “o Salmão Sockeye é uma das mais nobres dentre as cinco espécies de Salmão Selvagem, apresenta coloração vermelha vibrante e sabor inconfundível. O Black Cod (Sablefish) é uma verdadeira iguaria de carne branca, macia e muito suculenta”, completa.

História

Gomes da Costa, marca com 64 anos de história bem-sucedida no Brasil, é líder na produção e comercialização de pescados enlatados. Como parte do espanhol Grupo Calvo, a empresa Gomes da Costa S.A. tem ampliado a oferta de produtos.
Robson Valentim Correia Ribeiro, responsável pelo setor de food service da Gomes da Costa, fala que “com uma vasta distribuição no Brasil, nós estamos presentes na mesa do consumidor levando produtos de alta qualidade e com muito sabor”.
Pensando no mercado food service, a marca desenvolveu uma linha de produtos e soluções exclusivas para atender às necessidades desse canal. Robson continua: “nossos itens permitem uma vasta gama de usos e aplicações para diversos estabelecimentos e trazem benefícios importantes para nossos clientes, como rendimento, praticidade e saudabilidade. Nossas embalagens pouch foram desenvolvidas para serem uma aliada dos nossos clientes, pois se diferenciam em quesitos importantes, como aproveitamento (maior peso drenado), praticidade (fácil de abrir), armazenagem (ocupa menos espaço) e manipulação (segurança ao utilizar)”.

Robson também ressalta que os consumidores dos itens da marca, no food service, são pizzarias, padarias, restaurantes, cozinhas industriais, caterings, hotéis e motéis, entre outros, que utilizam os produtos Gomes da Costa na formulação de suas receitas.
“Por ser uma opção saudável e prática, o peixe enlatado já faz parte do cardápio da família brasileira, seja o atum ou a sardinha. Além disso, são produtos importantes para o varejistas/clientes, pois são produtos de alto valor agregado e são geradores de tráfego de pessoas nas lojas (sardinhas, em especial)”.

Consumo

De acordo com os dados da Peixe BR (Associação Brasileira de Piscicultura), o brasileiro come, por ano, aproximadamente 10 quilos da proteína marinha. O consumidor tem se conscientizado mais sobre a importância de se alimentar melhor, prezando pela sua saúde. Além disso, nos últimos anos, houve uma melhora considerável no valor de custo dos pescados e frutos do mar para o consumidor final, impulsionando mais a relação de compra e venda. Segundo a Peixe BR, o Paraná é o maior produtor de peixes no Brasil, com 93,6 mil toneladas. O estado é seguido por Rondônia, com 74,7 toneladas, e São Paulo está em terceiro lugar, com 65,4 mil toneladas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cada pessoas consuma 20 quilos de pescados por ano.

ALASKA SEADFOOD
www.alaskaseafood.com.br
GOMES DA COSTA
www.gomesdacosta.com.br

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