Nada melhor que uma crise

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As notícias não andam nada boas, e o dia a dia, principalmente para o varejo, difícil como há anos não se via.
Pressão de custos, carência de qualidade de mão de obra, carga tributária e, o mais assustador, queda significativa na linha de vendas para todos em quase todos os segmentos.
Muitos estão assustados, outros sem saber o que fazer e alguns, infelizmente, não passarão ilesos por este momento. Mas uma coisa ninguém pode negar: em situações como essas é que muitas vezes os negócios se desenvolvem, os modelos são revistos e novos caminhos são descobertos.
A famosa e tão apreciada “zona de conforto” deixa de existir e a inteligência, criatividade, persistência e força de trabalho voltam à cena, mesmo que por necessidade.
Para aqueles que surfaram a onda do crescimento de consumo dos últimos anos sem olhar para o negócio e os motivos do seu eventual sucesso, agora se deparam com a difícil missão de descobrir o que fazer.
Do outro lado, os que procuraram aprender não só com os erros, mas com os acertos também, continuam tendo a receita à mão e sabendo o que fazer quando o que foi construído já não atende mais uma necessidade ou um cenário.
Independentemente do lado em que você esteja, a hora é de reflexão e ação, muita ação. Melhor agir do que esperar para reagir. Melhor fazer o resultado vir do que se consolar com a falta de resultado de outros.
É na maré baixa que podemos enxergar o que está no fundo e o brasileiro é mestre em gerenciamento de crises.
Por incrível que pareça, quase sempre existe uma saída e sempre há oportunidade de crescimento e desenvolvimento, principalmente em um mercado com dimensão e profissionalismo ainda “bebê”, como é o nosso, quando comparado a outros grandes mercados do mundo.
Pense nisso.

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Sócio Diretor da ZAK Business Development Graduado em Direito, com Pós Graduação em Marketing e Gastronomia, atua no segmento de Food Service desde 1989, exercendo funções de Gerência e Direção nas áreas de Operações e Marketing. Gerente Geral da Pizza Hut para o mercado de São Paulo até novembro de 2010.

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