25.06.07 - FRENTE PARLAMENTAR DA SEGURANÇA ALIMENTAR TERÁ PARTICIPAÇÃO SOCIAL

A Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e Nutricional foi instalada no início de abril. Compõem a frente cerca de 230 deputados e senadores. Representantes de movimentos sociais, conselhos e fóruns ligados ao tema também podem aderir à iniciativa como colaboradores.
O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Chico Menezes, destacou que a Frente Parlamentar será importante para promover uma revisão das leis e normas relacionadas ao tema. "A Frente Parlamentar terá grandes responsabilidades no Congresso Nacional. A partir da regulamentação da Lei de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan), será necessário fazer uma revisão das leis e normas que não estão mais tão adequadas em relação à segurança alimentar", explicou.
Chico Menezes acrescentou que a Frente Parlamentar também poderá contribuir na tramitação do projeto de lei que revisará o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). "Este é um programa que existe há 50 anos e a legislação precisa ser atualizada", defendeu. A revisão do programa foi proposta pelo Consea e o projeto de lei, a ser encaminhado ao Congresso Nacional, está sendo formatado pelo Ministério da Educação.
A cerimônia teve a participação do deputado federal Nazareno Fonteles (PT-PI), que propôs a criação da frente, do secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Onaur Ruano, e de parlamentares que aderiram à iniciativa.
Segundo o deputado Nazareno Fonteles, uma das primeiras ações da nova frente parlamentar será garantir agilidade à tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que inclui o direito à alimentação como um dos direitos humanos fundamentais. "Temos dezenas de propostas, como a que trata da publicidade de alimentos e merenda escolar", afirmou.
Mais informações e adesões:
Os interessados em participar da Frente Parlamentar da Segurança Alimentar e Nutricional devem entrar em contato com o gabinete do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI): Telefone - (61) 3215-5825 / e-mail - dep.nazarenofonteles@camara.gov.br.
Fonte : www.presidencia.gov.br/consea
E-mail: ascom@consea.planalto.gov.br

25.06.07 - INDÚSTRIA DE REFEIÇÕES COLETIVASTEVE CRESCIMENTO DE 8,7% EM 2006

As empresas de refeições coletivas tiveram uma receita bruta em 2006 de R$ 7,5 bilhões, uma expansão de 8,7% em comparação com a de 2005, que foi de R$ 6,9 bilhões. O anúncio foi feito pela Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc). E para este ano, a expectativa da entidade, que congrega 98 empresas do setor, é de um novo crescimento. Estima-se que o setor deve fechar 2007 com um faturamento na casa dos R$ 8,4 bilhões, o que resultaria numa expansão de 12% sobre o desempenho de 2006.
O levantamento da Aberc constatou ainda que houve um avanço de 7,7% também no número de refeições servidas diariamente, que saltou de 6,5 milhões de refeições por dia, em 2005, para 7,0 milhões no ano passado. Assim como acontece no faturamento, a indústria vem registrando expansão consecutiva no número de refeições servidas. Tanto que nos últimos cinco anos, o crescimento médio foi de 8,4%.
Em parte, o bom desempenho do ano passado se deve, segundo a diretoria da Aberc, à exploração de novos nichos, principalmente aqueles de segmentos ligados ao fornecimento e gestão de merenda escolar, umas das áreas que mais tem tido expansão. E a área de merenda tem crescido, principalmente, devido ao convencimento por parte dos gestores e diretores de escolas das vantagens da terceirização do serviço de processamento e gestão da merenda escolar. Houve também, segundo a direção da entidade, uma maior especialização por parte das empresas, que focaram seus negócios em necessidades dos consumidores, ajudando, dessa forma, a melhorar o desempenho.

Fonte: Consultoria de Imprensa Mecânica de Comunicação Ltda.
meccanica@meccanica.com.br

12.09.06 - Puras recebe prêmio de qualidade

O modelo de gestão Puras, vai receber na próxima terça-feira, 4 de julho, o Troféu Bronze do Prêmio Qualidade RS, conferido pelo PGQP. No case avaliado - o restaurante da Copesul, em Triunfo - foi destacado o alto nível de satisfação dos colaboradores: 99,78% na média dos cinco primeiros meses de 2006, três certificações internacionais voltadas para a qualidade, meio ambiente, bem-estar e segurança dos profissionais: a Iso 9001:2000, Iso14.001 e OHSAS 18.001.

A Puras também se destaca pelo uso de ferramentas mundialmente consagradas como o Balanced Scorecard, o ERP (Enterprise Report Planning) e o Kanban. Outro indicador considerado na avaliação foi o Programa, PURAS Cidadã, no qual estão inseridos projetos como o Alimentação Solidária, o Prato Popular, Incluir e Adotar, desenvolvidos, na maior parte, em parceria com clientes.

Com a Copesul, a parceria beneficia, com 35 refeições diários, jovens e adultos do curso noturno da Escola Municipal Delfina Ferraz, em Montenegro, iniciativa que tem colaborado para reduzir significativamente a ausência em sala de aula.

A empresa opera no País cerca de 700 restaurantes empresariais e do segmento de off shore (plataformas de petróleo); serve diariamente 428 mil refeições e emprega 9.566 profissionais e, nos dois últimos anos, cresceu a uma taxa média anual de 19% ao ano.

18.07.06 -

O desafio da empresa GRSA, do grupo Accor e Compass Group, era preparar a área de TI e acompanhar o crescimento das empresas que são formadas por sete marcas de serviços de alimentação e que, atualmente servem 700 mil refeições por dia em todo país.
“Depois de fazer um raio-x sobre os investimentos necessários para melhorar o desempenho dos sistemas cruciais para o negócio, a empresa decidiu apostar na arquitetura de grid computing quando migrou do banco de dados Oracle 9i.”
No projeto grid computing, o investimento foi de R$ 1 milhão de reais, com a instalação de uma infra-estrutura para rodar o sistema de missão critica, o ERP TecFood Web, fornecido pela Teknisa. São 1.044 usuários dos restaurantes do grupo distribuídos pelo Brasil, além de 411 da sede da empresa, instaladas em São Paulo e nos demais escritórios regionais.
A GRSA é pioneira no Brasil na implementação de arquitetura de grid computing, (computação em grade, traduzindo para o português) e essa é baseada na plataforma Oracle. A empresa oferece um conjunto integrado de serviços de segurança com vários recursos que podem ser utilizados por empresas de todos os tamanhos e de qualquer segmento.
No ar desde dezembro de 2005, a rentabilidade do projeto foi bastante atrativa, pois outros benefícios resultaram na implementação da arquitetura em grid. A GRSA deu um salto em relação a sua capacidade de processamento, aumentando em 140% e eliminou os possíveis imprevistos de desempenho e escalabilidade. O grid computing tem uma infra-estrutura de hardware que inclui dois servidores da IBM. Antigamente era um servidor para o banco de dados, que tinha uma ociosidade média de 20%.

21.06.06 - FoodService

A REVISTA FOOD SERVICE, em comemoração ao seu 5º ano de atuação no mercado de alimentação fora do lar, no último mês festejou em dobro seu sucesso com a inauguração de sua nova sede matriz em Belo Horizonte e seu novo escritório em São Paulo, ambos no coração financeiro das duas metrópoles. Visando maior crescimento em 2006, reestruturou sua equipe jornalística, de designer e comercial. A Food Service irá participar das principais feiras do segmento neste ano, em todo Brasil, buscando assim uma maior abrangência de mercado.

“A Food Service é a única revista que traz as principais informações econômicas sobre alimentação fora do lar, apresentando as tendências, as novidades e os melhores investimentos desse mercado; com distribuição gratuita, dirigida a empresários, diretores, gerentes de alimentos e bebidas, chefs, nutricionistas, gerentes de recursos humanos, compradores, técnicos de nutrição, engenheiros de alimentos e demais profissionais do setor, atuantes em todo território nacional.”

21.06.06 - Orgânicos

O mercado mundial de orgânicos movimenta cerca de US$ 26,5 bilhões ao ano e o Brasil é o segundo maior produtor mundial do gênero, perdendo apenas para a Austrália. Ao todo, no Brasil, são 6,5 milhões de hectares de terra disponíveis para o cultivo de orgânicos como banana, abacaxi, café, mel, leite, carnes, soja, palmito, açúcar, frango, hortaliças e alguns produtos da Amazônia, como castanha, açaí e látex. Apesar disso, o País responde por apenas 3,77% da produção, com cerca de US$ 100 milhões. Mas o segmento vem crescendo. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) o setor cresce cerca de 50% ao ano no Brasil.

21.06.06 - Mercado

Até o fim deste ano, o número de pessoas trabalhando nas empresas de refeições coletivas em todo o país deverá chegar a 175 mil. Esse total representa 16% mais do que dois anos atrás, estima a Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), entidade que congrega fornecedores e prestadores de serviços de alimentação para empresas, entidades, hospitais, escolas, entre outros segmentos.

Mesmo diante desses resultados, o item mão-de-obra é apontado como o tendão de Aquiles do setor, que até o fim do ano espera servir 6,5 milhões de refeições por dia e faturar R$ 6,9 bilhões. Tudo isso, no entanto, não tem sido suficiente para atender às necessidades específicas das empresas concessionárias de refeições coletivas.

O problema de mão-de-obra tende a se agravar em razão dos altos custos dos programas de treinamento de pessoal, desencorajando iniciativas de empresas de médio porte. Segundo ele, a formação de um cozinheiro requer um programa de pelo menos 200 horas de treinamento intensivo.

28.12.05 -

“O Food Service é um mercado que vem crescendo muito e percentuais grandes quando comparado ao varejo. Com a ida das mulheres ao mercado de trabalho e diminuição do tempo disponível na preparação das refeições nos lares, este mercado despontou de vez. Ainda falta profissionalização e é nisto que muitas empresas como a General Mills, vem apostando. A tendência é muito positiva e as empresas já estão enxergando isto, desenvolvendo produtos específicos para o canal, produtos com conveniência e praticidade, contratando equipe especializada, prestando serviços necessários, etc.” (Marcos Scaldelai, gerente de produtos Food Service da General Mills)

28.12.05 -

“O mercado de foodservice surgiu e se desenvolveu para atender a uma demanda da sociedade moderna, que tem como base famílias com pais e mães que trabalham fora, muitas vezes, longe de casa e precisam almoçar em restaurantes dentro ou fora da empresa. Além disso, a sociedade também passou por uma valorização do trabalhador, que conquistou muitos direitos, entre eles, a alimentação. Um dos grandes motivadores desse movimento do mercado é o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) criado pelo Governo Federal, em 1976, que oferece incentivos fiscais às empresas que dão alimentação para seus funcionários no horário de trabalho. O PAT tem grande alcance social, forte impacto econômico, ajuda melhorar a produtividade e saúde dos trabalhadores, tem baixo custo e beneficia prioritariamente a população de baixa renda, que bate na linha de pobreza.” (Oswaldo Melantônio Filho, diretor geral da Ticket Serviços)

12.07.05 - Boas Práticas para serviços de alimentação entra em vigor

Desde o dia 16 de março, entrou em vigor definitivo o regulamento nacional que visa estabelecer procedimentos de Boas Práticas para serviços de alimentação a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. Aplica-se aos serviços que realizam manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo.
Segundo a Anvisa, esta norma norteia os comerciantes a procederem de maneira adequada e segura a manipulação, preparo, acondicionamento, armazenamento, transporte e exposição à venda dos alimentos. Tem como objetivo a melhoria das condições higiênico-sanitárias dos alimentos preparados em padarias, cantinas, lanchonetes, bufês, confeitarias, restaurantes, comissárias, cozinhas industriais e institucionais. Os estabelecimentos que não cumprirem o disposto na Resolução estarão sujeitos a notificações e multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, de acordo com a Lei nº 6.437/77.
Por conta desta crescente preocupação com os alimentos, o Senac tem apostado no controle da qualidade, disseminando pelos municípios do Brasil o Programa Alimentos Seguros (PAS). Para obter mais informações sobre o programa: 0800 31 44 40.