Capa: Questão de sobrevivência

Brasil ocupa a 9ª posição entre os países que mais investem em pesquisa e desenvolvimento de produtos

De acordo com uma recente divulgação do Fórum Econômico Mundial, o Brasil ocupa a 9ª posição entre os países que mais investem em pesquisa e desenvolvimento, desembolsando US$ 42,1 bilhões ao ano ou 2,3% do investimento global. O ranking é liderado pelos Estados Unidos, que apresentam investimento de US$ 476,5 bilhões anuais, e pela China, que investe US$ 370,6 bilhões. É válido ressaltar que o Brasil está à frente de países como Canadá, Austrália e Holanda. Ou seja, nações desenvolvidas e consideradas de primeiro mundo. No entanto, ainda há muito o que ser aprendido e implantado pelos empresários.

Nesse contexto, qual é a importância de uma boa pesquisa e desenvolvimento de produtos para obter sucesso no mercado food service? Segundo Marcelo Traldi Fonseca, coordenador da pós-graduação em Gestão de Negócios em Serviços de Alimentação, professor e pesquisador do Centro Universitário do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em São Paulo, “uma empresa que não tenha um bom setor de pesquisa de desenvolvimento de produtos está fadada a perder espaço no mercado de food service”, afirma.

Conforme o professor, “a pesquisa e o desenvolvimento de produtos estão muito relacionados entre si. São independentes, mas, de maneira geral, acontecem de forma interligada. A maioria das empresas de food service tem um departamento que chama R&D, do inglês Research and Development. No Brasil, é chamado de P&D, que é pesquisa e desenvolvimento. O desenvolvimento de produtos é de fundamental importância, pois faz com que o food service possa trazer novas soluções e outras possibilidades ao mercado. Para uma marca, esse processo é vital, pois somente dessa maneira ela consegue se posicionar em seu mercado com produtos inovadores e que trazem facilidade na operação, além de consistência nos produtos e preços mais competitivos”, explica.

Angelita Ferraz
“A pesquisa é essencial para entender qual a necessidade do consumidor, seja uma melhoria de produto ou a oportunidade de invenção de outro”, diz Angelita Ferraz, sócia diretora da Ferraz Pesquisa de Mercado

Angelita Ferraz, sócia-diretora da Ferraz Pesquisa de Mercado, esclarece que “pesquisa é o principal meio de antever um comportamento. Podemos utilizar pesquisa desde a ideia de produto para avaliar se aquilo faz sentido ou não para o público-alvo, até a implementação do mesmo para medir o retorno em termos de imagem e utilização do produto/serviço. A pesquisa é essencial para entender qual a necessidade do consumidor, seja uma melhoria de produto ou a oportunidade de invenção de outro. Grandes indústrias costumam fazer pesquisas com consumidor relacionado ao desenvolvimento de produto pelo menos dois anos antes. Do ponto de vista de pesquisa, esse tipo de investimento é o melhor caminho para ser mais assertivo nos lançamentos, bem como não desperdiçar dinheiro com a ‘teoria do achismo’. Nos dias atuais, a necessidade desse investimento como blindagem das ações se torna mais essencial ainda, uma vez que o consumidor já não é o mesmo de antigamente. Hoje, ele é mais exigente, consciente e empoderado, o que exige, cada vez mais e mais, uma diferenciação das marcas”, salienta.

Ana Helena Meirelles Reis, presidente da MultiFocus, empresa de Inteligência de Mercado, por sua vez, considera que “investir em P&D é essencial para a sobrevivência dos fabricantes, na medida em que o mercado é extremamente dinâmico e novas necessidades em termos de produtos exigem reações imediatas dos fabricantes. As novas necessidades podem dizer respeito a vários aspectos do mix de produtos, não somente sua composição. Mas, quando se trata de P&D, a pesquisa pode envolver dois conceitos. O primeiro é a pesquisa científica. Ou seja, a descoberta de novos componentes, formulações etc, para produtos. O segundo é a pesquisa de marketing, principal ferramenta para levantar informações a respeito das necessidades dos clientes e, assim, adequar os produtos a essas necessidades. Normalmente, a pesquisa de marketing identifica uma necessidade, e a empresa, se necessário for, utiliza a pesquisa científica para desenvolver os ajustes ou transformações necessárias em seus produtos”, pontua.

Ana Helena Meirelles Reis
“Investir em P&D é essencial para a sobrevivência dos fabricantes”, alerta Ana Helena Meirelles Reis, presidente da MultiFocus

Melhores práticas

Que investir em pesquisa e desenvolvimento de produtos é importante, não há dúvidas, mas quais são as melhores práticas nessa área? Para o professor Fonseca, do Senac, o ideal é “utilizar uma equipe multidisciplinar, com profissionais com bastante experiência e conhecimento técnico. Sempre considerando que o departamento de P&D deve estar atento às tendências no mercado nacional e internacional, que equipamentos e tempo são recursos importantes para essa área”, destaca.

Reis, da MultiFocus, complementa que “existem diferentes metodologias utilizadas pela área de Marketing e Inteligência de Mercado para identificar necessidades e tendência para o desenvolvimento de novos produtos. A escolha de qual é a mais eficiente vai depender do objetivo da empresa naquele momento. Ou seja, se ela pretende fazer uma sondagem para levantar oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos, se ela está pensando em inovações para os produtos já existentes, se quer procurar novos mercados ou utilizações para os produtos existentes etc”, pondera.

Ferraz, da Ferraz Pesquisa de Mercado, diz que “da parte de pesquisa, há diversas metodologias trabalhadas diretamente com o consumidor. Desde a criação de ideias, muitas vezes organizadas através de workshops, até validação de produtos, realizada em Central Location diretamente com o público final. Nesse meio tempo, podemos realizar discussões em grupo, entrevistas em profundidade e testes de protótipos para que cada etapa seja avaliada e corrigida, se necessário, antes do lançamento no mercado”.

No mercado

BRF
Na BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo formada por mais de 30 marcas, entre elas Sadia, Perdigão e Qualy, o investimento em pesquisa e desenvolvimento de produtos também é uma realidade.

Fabio Bagnara,
“O investimento em pesquisa e desenvolvimento é fundamental para que a empresa se mantenha competitiva no curto e médio prazo”, afirma Fábio Bagnara, gerente-executivo de pesquisa e desenvolvimento da BRF

De acordo com Fábio Bagnara, gerente-executivo de pesquisa e desenvolvimento da organização, “a área de pesquisa e desenvolvimento é a responsável pela materialização das necessidades dos consumidores em produtos, buscando alternativas que conciliem a capacidade técnica da empresa para a produção, os custos finais adequados e a satisfação total do cliente. Ao separarmos as definições, percebe-se que a área de pesquisa está sempre um passo à frente em termos de tecnologia em relação à área de desenvolvimento de produtos. A pesquisa é fundamental para que os futuros desenvolvimentos de novos produtos encontrem dentro da organização o embasamento técnico necessário para garantir os parâmetros do projeto de novo produto: qualidade, preço justo e satisfação do consumidor. Como áreas funcionais, pesquisa e desenvolvimento podem trabalhar de forma conjunta ou separada, dependendo da intensidade de esforço necessário. Ainda que separadas, o alinhamento entre os projetos de pesquisa e os projetos de desenvolvimento de produtos deve ser muito bem-feito. Normalmente, a pesquisa dentro da área P&D trabalha com foco nos planos estratégicos de tecnologia, planos que indicam quais são as tecnologias de interesse da empresa para os próximos cinco ou dez anos. A área de desenvolvimento, normalmente, trabalha com um horizonte mais curto, um a três anos, focada no atendimento de uma necessidade direta do consumidor”, especifica.

Para Bagnara, “o investimento em pesquisa e desenvolvimento é fundamental para que a empresa se mantenha competitiva no curto e médio prazo. A empresa pode investir em P&D interno ou na contratação de serviços de P&D. A vantagem de possuir uma estrutura interna de P&D está relacionada à possibilidade de construir e disseminar conhecimento ao longo da organização: como área técnica. A área de P&D pode servir como base para o desenvolvimento do conhecimento técnico da organização, garantindo a perenidade dos negócios. No food service, as demandas desse mercado são mais específicas que as demandas do consumidor normal do varejo, assim como as tendências de consumo são mais claras. Normalmente, os insights recebidos por parte dos clientes são mais assertivos, os clientes estão dispostos a co-criação com as empresas fornecedoras e conseguem explicitar os atributos necessários para os produtos”, evidencia.

O gerente-executivo de pesquisa e desenvolvimento da BRF garante ainda que “existem algumas opções eficientes de desenvolver um novo produto, mas todas exigem que se detalhe muito bem ‘o que se quer’. Uma vez determinado o tipo de produto, target de preço, níveis nutricionais quando for o caso, tamanho de porção, tipo de embalagem, tempo mínimo de validade, características sensoriais, entre outros parâmetros, o desenvolvimento é eficiente. Outro fator importante é a conexão entre a área de P&D e as áreas de produção e comercial. Para que um produto seja desenvolvido de forma eficiente, todas as áreas envolvidas na cadeia produtiva precisam estar conectadas e comprometidas com o resultado final do projeto. A área de pesquisa e desenvolvimento pode ser medida considerando-se o número de projetos de pesquisa e desenvolvimento sendo feitos pela área, o número de projetos alocados por pesquisador de P&D, a receita operacional vinda de novos produtos. Na BRF, temos um histórico de mais de 80 lançamentos de novos produtos por ano, considerando-se a plataforma de produção do Brasil”, revela.

Bagnara divide que “um case simples e bastante ilustrativo da importância de ouvir o cliente de food service aconteceu com o desenvolvimento das linguiças tipo calabresa em formato reto. Para o varejo, o formato natural das linguiças levemente curvado é um atributo muito valorizado. Quando falamos de clientes de food service, principalmente pizzarias, o formato não importa tanto quanto a facilidade em tirar a tripa e o rendimento no fatiamento. Prestando atenção a essa aplicação, a BRF desenvolveu uma linguiça tipo calabresa com o mesmo sabor da linguiça tradicional, porém embutida em formato reto e com uma tripa que possui pouca aderência, facilitando a retirada da tripa e aumentando o rendimento do fatiamento. Outro exemplo de adequação de produto ao food service é o presunto em formato retangular, que também vai contra a tendência do varejo de presunto em formato oval. O presunto retangular apresenta fatias mais uniformes e com menos pontas. Por isso, foi desenvolvido, especialmente, para venda no canal de food service”, exemplifica.

Kerry
Na Kerry, indústria alimentícia global com inovações que visam ajudar os consumidores a viver melhor, a se sentir melhor e a comer melhor, o investimento em pesquisa e desenvolvimento de produtos é algo em destaque.

Hitomy Kubo
“Pesquisa e desenvolvimento é a essência de toda a inovação que podemos propor para nossos clientes”, destaca Hitomy Kubo, gerente de P&D da Kerry

Hitomy Kubo, gerente de P&D da marca, relata que a rede de centros globais e regionais de desenvolvimento e inovação da Kerry “reúne profissionais multidisciplinares do mercado para ajudar nosso cliente a desenvolver produtos muito saborosos e que sejam nutritivos, oferecendo bem-estar aos consumidores. Nossos especialistas em pesquisa, desenvolvimento e aplicações trabalham com os clientes em todas as etapas de desenvolvimento do produto. Da concepção, desenvolvimento e testes aos ajustes de receita, dimensionamento e fabricação. Trabalhamos para transformar um ótimo conceito em um produto de sucesso e comercialmente viável, que poderá ser colocado rapidamente no mercado”, diz.

Mauricio Bomfim, gerente de inovação culinária da mesma empresa, conta que a Kerry também faz “um trabalho de campo visitando os principais players QSR, restaurantes, hamburguerias, bares e casas de drinks para captar informações e replicar essas tendências em escala maior, traduzindo, assim, o que acontece no universo do food service artesanal para uma dimensão muito maior na escala da indústria. Também usamos ferramenta de pesquisa de propriedade da Kerry chamada Compass para monitorar os lançamentos de produto no mercado brasileiro, assim como os Taste Charts, uma ferramenta também criada pela Kerry para identificar os aromas que são tendência nos dias de hoje e que serão no futuro. Trabalhamos muito em parceria com nossos pares em outras regiões do mundo para estarmos sempre alinhados com o que está sendo trabalhado com nossos clientes globais em outras regiões”, enfatiza.

Segundo Kubo, “pesquisa e desenvolvimento é a essência de toda a inovação que podemos propor para nossos clientes. O mercado de food service procura inovação a todo tempo. Em média, a cada três meses, os clientes lançam novos produtos. Para que sempre tenhamos novidades para todas as redes de food service que atendemos, investimos em P&D, oferecendo produtos inovadores e seguros, e com custo competitivo”. Bomfim complementa e relata que a Kerry “tem um time muito robusto e comprometido que faz toda a triangulação entre áreas de P&D, marketing, chefs corporativos e consumer insights, com objetivo de entregar os mais inovadores protótipos para nossos clientes. Com isso, conseguimos estar sempre um passo à frente no mercado. Não há desvantagem em trabalhar dessa maneira, muito pelo contrário. Esse é um dos valores que temos na Kerry ‘trabalho multidisclipar e em equipe’”, ressalta.

Ainda conforme Kubo, a Kerry conta ainda com “uma área dedicada a consumer insights, que mantém as equipes informadas sobre o que os consumidores desejam consumir. Além disso, a Kerry também possui um instituto global criado para oferecer informações sobre estudos em nutrição e saúde para destacar ainda mais os avanços nutricionais no desenvolvimento de produtos alimentícios e bebidas. Esse Instituto é apoiado por um Conselho Científico. A Kerry está presente em oito países da América Latina com 16 escritórios e três centros de pesquisa e desenvolvimentos na região, onde emprega 2.100 profissionais. Além disso, a Kerry conta com 4.000 produtos no portfólio, 120 cientistas e 12 unidades produtivas nessa região”, informa.

O gerente de P&D frisa também que “o objetivo da nossa pesquisa é simples. Oferecer as melhores soluções Taste & Nutrition para os nossos clientes. Para isso, acreditamos no uso de alimento de verdade e em processos naturais. Investimento em equipes multidisciplinares, comprometidas e apaixonadas pelo que fazem. Investimos em conhecimento profundo sobre a tecnologia liderada, as tendências apontadas pelo consumidor e o alto conhecimento de processo, aliados ao perfil do cliente”, diz.

Bomfim soma ao dizer que a Kerry tem “um time de chefs e mixologistas sempre atentos às tendências, com um ótimo conhecimento do mercado de bebidas e culinários como um todo e traduzem as tradicionais receitas ‘Gold Standard’ para nossas capacidades de desenvolvimento”. Kubo, então, arremata com a afirmação de que a empresa realiza “extensas pesquisas de mercado para descobrir como os consumidores estão se relacionando com alimentos e bebidas e o que pretendem com seus hábitos alimentares. Nossas equipes de P&D, aplicações e culinários utilizam esses conhecimentos para criar e desenvolver os componentes que serão usados para ajudar nossos clientes a criar os produtos mais saborosos. No entanto, criar um ótimo ‘taste’ é apenas uma peça do quebra-cabeça. A Kerry utiliza a ciência da nutrição para desenvolver e melhorar produtos que vão além do sabor, para que sejam melhores, mais saudáveis e mais nutritivos. Nossa capacidade de entregar soluções Taste & Nutrition melhores vem do nosso sólido programa de pesquisa. Além das nossas equipes de desenvolvimento de produtos altamente qualificadas, nossos clientes também se beneficiam das nossas parcerias com as principais instituições do setor, de pesquisa e de ensino. Juntos, realizamos e analisamos pesquisas pioneiras em áreas como ciências sensoriais, nutrição, criação de sabores e fermentação. E essas pesquisas são a base das nossas iniciativas de desenvolvimento”, ressalta.

Rich’s
Inovações também fazem parte da estratégia global de crescimento da Rich’s, em mais de 100 países onde a empresa está presente, segundo Claudio Irie, diretor geral da marca.

Claudio Irie
“Anualmente, uma parte significativa de nosso faturamento é composta por novos produtos”, afirma Claudio Irie, diretor geral da Rich’s

“Nesse sentido, a Área de Pesquisa e Desenvolvimento desempenha papel fundamental nos planos de crescimento da Rich do Brasil. Investimos recursos e esforços em todo o tipo de inovação que em última instância represente um ganho ou um benefício para nossos clientes e consumidores, seja em novos produtos, processos, serviços, tecnologia e, acima de tudo, em pessoas. São áreas em que atuamos para gerar novas soluções para o mercado”, afirma.

O profissional explica que, como parte da cultura da empresa, a Rich’s tem várias iniciativas, globais e locais, voltadas ao incentivo das inovações.

“Reconhecimentos e premiações à equipe comercial pela venda de novos produtos, ‘Eureka’, um programa interno para toda a companhia, no qual nossos associados podem contribuir com ideias inovadoras. E, anualmente, a Rich’s promove o Innovation Awards, um evento global com a participação de todas as suas afiliadas, que premia os melhores projetos de inovações, sejam eles em novos produtos, processos, tecnologia, entre outros”, diz.

As equipes de P&D, conforme ressalta Irie, participam de encontros globais, nos quais os associados são treinados e são compartilhadas ideias e as melhores práticas em inovação.

“Um ponto fundamental da inovação é ter o olhar voltado para fora. Entender o consumidor, nossos clientes e as tendências de mercado, para agir com rapidez e assertividade na entrega de soluções que gerem valor aos operadores do food service”, salienta ele.

Para o diretor geral, investir na área de pesquisa e desenvolvimento é importante para agregar valor aos clientes da marca, por meio do entendimento profundo de seus negócios e da entrega de soluções que tornem mais fácil o dia a dia.

“Isso gera valor e diferencial competitivo, não só para a Rich’s, mas para nossos clientes também. Uma relação de confiança que eleva o padrão do food service como um todo”, frisa.

Irie relata que, ao longo da história da empresa, grande parte do sucesso e do crescimento da Rich do Brasil esteve relacionada às soluções desenvolvidas em produtos, processos e tecnologia.

“Anualmente, uma parte significativa de nosso faturamento é composta por novos produtos. Fomos a primeira empresa a lançar um creme tipo chantilly congelado no Brasil, apesar de toda a dificuldade em distribuição e armazenagem. Em 2018, lançamos mais 30 novos produtos, com destaque especial para uma linha de cheesecakes prontos congelados, sobremesas prontas congeladas para cafeterias, restaurantes e lanchonetes, e o primeiro creme tipo chantilly específico para uso em sifão. As inovações fazem parte da cultura e do DNA da Rich’s, e como parte de nossa estratégia, os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento também nos permitiram alcançar aumentos de produtividade em nossas plantas, redução de desperdícios e maior eficiência operacional. Isso tudo, no fim do dia, se reflete em maior valor para nossos clientes”, destaca.

Os planos para esse segmento dentro da empresa, conforme o diretor geral, envolvem “acelerar ainda mais nossos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, pois entendemos que a velocidade das mudanças aumenta a cada dia, e seguir entregando valor para o mercado é fundamental para a sucesso de qualquer negócio. Queremos manter o legado de inovação que marcou o nascimento da Rich’s há quase 75 anos e que seguramente garantirá nosso sucesso futuro”, finaliza.

Ferraz Pesquisa
www.ferrazpesquisa.com.br
Multifocus
www.multifocus.com.br
BRF
www.brf-global.com
Kerry
www.kerrygroup.com
Rich’s
www.richs.com.br

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