Bitcoins e Food Service: promissoras e controversas

Quando falamos do cenário tecnológico, é comum, e necessário, que estejamos sempre atentos às vertentes que o permeiam, até porque o constante progresso da tecnologia abrange todos os segmentos possíveis, contribuindo para seu aprimoramento e maior produtividade. E, no caso do setor alimentício, o parâmetro não é diferente.

A ideia do food service estar antenado quanto às moedas digitais, por exemplo, ainda que em longo prazo, nos revela como o segmento alimentício pode ser maleável, principalmente em relação às novas tecnologias e maneiras de se investir no cenário. E qual a lição que podemos tirar de tudo isso?
Estar atento às novidades e saber desfrutar de cada uma delas, com a devida atenção, naturalmente.

Apesar de seus altos e baixos, deve-se concordar que as bitcoins simbolizam novas perspectivas que o cenário econômico pode alcançar. Ainda neste ano, em janeiro, a rede de fast-food KFC do Canadá anunciou que irá aceitar o pagamento em bitcoins. A companhia ainda aproveitou o contexto para lançar o “Balde Bitcoin”, produto desenvolvido especialmente para compra por meio das moedas digitais.

Não muito distante, em 2017, a rede Burger King da Rússia criou sua própria criptomoeda, a Whoppercoin, gerada após a compra de sanduíches nas unidades contempladas. A opção funciona como um programa de fidelidade, já que, para os clientes, é criada uma carteira virtual para compras posteriores na unidade em questão.
Dessa forma, das diversas ferramentas que auxiliam o âmbito do food service como um todo, decidi dialogar sobre as bitcoins, moedas digitais que, desde o seu surgimento, têm estado em evidência no mercado econômico.

Recentemente, a desvalorização da bitcoin chamou a atenção, sobretudo dos investidores e interessados no assunto. São vários os motivos para que isso aconteça.
Em janeiro deste ano, o governo da Coreia do Sul se posicionou contra o uso das moedas digitais para troca e/ou comércio, planejando sua iminente proibição. O banco central de Israel, por sua vez, afirmou não reconhecer as criptomoedas para compra, ressaltando a dificuldade em monitorar seus riscos para o país. Já no Brasil, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) proibiu o investimento das moedas digitais em fundos de investimentos regulados e registrados.

Tais posições influenciam o cenário em que as bitcoins se inserem, surtindo efeitos em sua valorização e investidores.
A nível de mercado, são ações pertinentes e que devem ser consideradas. Opções que visam não apenas fidelizar o consumidor, como encontrá-los por outros viés de investimento. Resta saber se as bitcoins permanecerão em evidência, mesmo com suas constantes baixas no mercado.

E quanto à sua inserção no cenário food service? Bem, enquanto estratégia de prospecção e fidelização, é uma maneira válida de se contextualizar às novas, e constantes, ferramentas digitais que aprimoram o mercado como um todo. O importante é a experiência.

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